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O líder parlamentar do PSD afirmou hoje, numa intervenção na Assembleia Legislativa da Madeira que, "quando achavamos que o Governo da República e a maioria socialista não podiam prejudicar ainda mais a Madeira, eis que afinal era possível".

Jaime Filipe Ramos sublinhou que, ontem mesmo, na Assembleia da República, "o PS não perdoou, porque o PS não perdoa a quem não gosta, e prejudicou novamente a Madeira". Segundo o líder parlamentar, só assim se percebe que o diploma que visava garantir a admissibilidade de novas empresas no Centro Internacional de Negócios da Madeira / Zona Franca da Madeira tenha sido retirado do agendamento pelo deputado socialista Pedro Alves, a mando da liderança do partido.

Desta forma, referiu, foi adiado, mais uma vez, um diploma essencial para que nos próximos meses pudessem ser admitidas novas empresas no CINM e na Zona Franca porque ontem, na Assembleia da República, havia uma alteração do estatuto dos benefícios fiscais, que impede que, a partir de 1 de janeiro de 2022, possam existir mais empresas, mais emprego e mais profisisonais.

"A Madeira fica mais uma vez penalizada porque o PS quis castigar", disse, reforçando que castiga não só os madeirenses como o próprio CINM, os seus profissionais e o emprego que ele pode gerar.

Uma atitude que é "uma vergonha", é "vingativa" e vem demonstrar aquilo que já sabemos: "O PS castiga, o PS não perdoa a quem não quer o PS."