• jan_21_banner.jpg

A deputada Rubina Leal afirmou, hoje, que não é tempo para se fazer aproveitamentos políticos à custa da pandemia, sublinhando que o caminho mais fácil seria “tentar aproveitar alguma medida, algum momento, alguma atitude, para capitalizar essa ação menos boa e tomar o todo pela parte”.

Numa intervenção realizada na Assembleia Legislativa da Madeira, a deputada sublinhou que “a população exige de nós que sejamos sérios, rigorosos e honestos”, não podendo, “em nenhuma circunstância, adotar atitudes populistas, que aproveitam o momento de pandemia, aproveitam o medo sentido por uns, a dor e o luto de outros, para criar instabilidade, gerar alarme social, e confundir a opinião pública”.

Rubina Leal realçou que o aumento de casos é uma realidade em todo o Mundo, sendo que “todos os dias somos confrontados com notícias que atestam que se continuam a bater recordes no número de casos, de mortes, de internamentos, entre outros indicadores negativos”. Logo, sustentou, “este não é apenas um problema da nossa Região”.

Contudo, afirmou ser “inegável que, mais do que esperar pela chegada do vírus, a Região tomou medidas de antecipação e sempre agiu proactivamente, com uma aposta clara na prevenção”, através da implementação de várias ações como o controlo de temperatura e o inquérito epidemiológico nos aeroportos da região, o encerramento de escolas, portos e marinas, a proibição de visitas aos lares, entre outras. Além do reforço de profissionais de saúde, com a contratação de mais 400 colaboradores, das 236 camas hospitalares criadas exclusivamente para acolher os doentes com COVID-19 que necessitem de internamento e da aquisição de equipamentos e de testes.

Perante este cenário, Rubina Leal salientou que aos deputados compete “fazer parte da solução e não do problema”. “Não é tempo de aproveitamento político e de populismo, contradições, de ziguezagues, de proferir declarações ao sabor da maré e de interesses sectoriais.”

A deputada referiu que “o momento atual exige estarmos todos juntos pela defesa da nossa saúde e é isto que a nossa população espera”.

“Amanhã entrarão novas medidas em vigor. Temos que confiar e apoiar. Temos de serenar e tolerar. Temos de contribui e cumprir. Como sociedade, como comunidade, como um povo.”