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O deputado Bruno Melim afirmou hoje que "as sucessivas governações do PSD têm permitido dotar os jovens da nossa Região de um conjunto de ferramentas para que possam encarar esta fase da vida com menos constrangimentos que outros jovens por esse país. Ou pelo menos garantir-lhes as mesmas condições. Graças ao Governo Regional da Madeira os jovens universitários têm acesso ao passe sub-23. Não que os seus homólogos continentais não tenham direito, mas se não fosse a intervenção do Governo do PSD em 2018 numa área que não é da sua responsabilidade, os Universitários madeirenses saíam prejudicados relativamente aos seus homólogos continentais."

Bruno Melim referiu que a Juventude sofre mais do que qualquer outra faixa etária com as crises. "Sofrem porque estão no início dos seus percursos de vida, a estabilizar as suas carreiras e, muitas vezes, estão no encalce para atingir os seus objectivos. O alavancar da vida adulta assemelha-se muito com a infância. Nenhuma criança com 2, 3 ou 4 anos de vida anda tão bem como uma criança de 10/11/12 anos. O mesmo verifica-se nas carreiras profissionais. O tempo é essencial para definir percursos, cimentar carreiras e demonstrar aquilo de que as novas gerações são capazes."

Sehundo o deputado, "apesar dos tempos conturbados que o combate à Pandemia Covid-19 exigem, o Governo do PSD/CDS não abandonou os seus compromissos para com a Juventude. No passado dia 08 de Maio de 2020 o Conselho de Governo aprovou a proposta de Decreto-Legislativo Regional que cria o Programa de Apoio ao arrendamento e à aquisição de Habitação (PRAHABITAR), permitindo assim mais uma resposta pública para combater as necessidades de Habitação que existem na Região Autónoma da Madeira. Importa não esquecer que esta é uma medida que beneficia, em particular, os mais jovens uma vez que esta condição agregada à fixação de uma residência fora do centro urbano, aumenta os valores de apoio no pagamento da renda".

Foi também "o atual Governo que não se esqueceu dos mais jovens em tempo de Covid", disse, salientando que, "ao publicar a portaria 141/2020, a Secretaria Regional da Inclusão e Cidadania criou um apoio a todos os beneficiários dos programas de emprego que viram a sua atividade suspensa com as medidas de encerramento e limitação da actividade económica".

"O valor fixado em 80% do valor do IAS, permitiu às famílias uma queda menos acentuada dos rendimentos. Permitiu ainda aos mais jovens, principais beneficiários do programa PROJOVEM e do Programa Estágio Profissional, serem contribuintes líquidos do seu agregado familiar. Este é um apoio que surgiu sem limitar ou condicionar os rendimentos futuros que estes jovens obterão uma vez que os seus estágios foram prorrogados na exacta medida em que tinham sido suspensos. Foi o Governo da Madeira, e não outro que apoiou os mais jovens", acrescentou.

Bruno Melim sustenta que "a Covid não parou a vontade do nosso Governo em representar os mais jovens e apresentar-lhes soluções de futuro", lembrando a entrada em funções da Direção Regional de Juventude, no passado dia 9 de março, que permitiu a dinamização e adequação, em função das circunstâncias, de programas de Juventude como o Juventude em Formação ou o Programa Estágios de Verão. E ainda, a criação do Programa Colombo para os Jovens residentes no Porto Santo. Programas que "permitem aos nossos jovens uma experiência em contexto real de trabalho compensado-os economicamente findo o processo formativo".

Outra iniciativa em prol dos jovens foi a proposta de resolução aprovada há duas semanas na Assembleia Legislativa da Madeira, da autoria do PSD, que propõe a possibilidade aos nossos estudantes universitários deslocados de realizarem os seus exames nas infraestruturas da Universidade da Madeira.

"Apesar de o Governo Socialista da República esquecer, mais uma vez, os estudantes insulares, o PSD e a JSD não os esqueceram", referiu.

Bruno Melim recordou que "ao Estado cabe assegurar o princípio da continuidade territorial", É, por isso, "escandaloso verificarmos que estamos a muito pouco tempo do início das avaliações de segundo semestre e existirem Universidades que alimentam expetativas esvaziando-as logo a seguir". Tudo isto, afirmou, passou-se "sem que o Governo da República desse uma palavra ou assumisse as suas responsabilidades", escudando-se "numa Autonomia responsável da Universidades". A verdade, continuou, "é que há centenas de estudantes madeirenses que correm o risco de não fazerem as suas provas porque há quem faça o que melhor sabe: não fazer nada, não ajudar nada, não resolver nada".

Neste cenário, o deputado salientou que a preocupação do PSD e da JSD "está, mais uma vez, em combater aqueles que querem tratar os estudantes madeirenses como estudantes diferentes, de segunda".

"Enquanto jovem e cidadão português, parlamentar de um órgão da Autonomia, a única coisa que exijo é respeito, respeito por aqueles que lutam diariamente por terem melhores condições de vida, respeito para que a condição social não seja um entrave a prossecução dos sonhos, respeito pelos pais que procuram dar melhores condições aos seus filhos, respeito para que um insular seja tratado como um português de corpo inteiro. Exijo Respeito pelos nossos jovens, por aqueles que são o hoje e o amanhã desta terra, deste País. Na Madeira os jovens sabem com quem podem contar. E no País? Há alguém com responsabilidades Governativas no continente, que se preocupe com eles?"