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Carlos Rodrigues lamentou hoje as crítias "injustas" que tem sido feitas por alguns em matéria de Turismo.

Numa intervenção antes do período da ordem do dia, o deputado salientou que uma das priores consequências da pandemia é o congelamento da atividade económica no geral, mas em especial do Turismo, que vive essencialmente da procura externa.

O deputado referiu que o dia 13 de maio era aguardado pelos empresários deste setor com expetativa, na medida em que a Comissão Europeia deveria definir algumas regras para o Turismo, mas "o que aconteceu não foi propriamente isso". O que aconteceu, afirmou, "foi apenas o levantar das enormes dúvidas que exitiam e existem no que diz respeito à evolução do setor do Turismo".

Carlos Rodrigues lembrou que outras regiões da Europa também têm encontrado algumas dificuldades na abertura do seu território ao turismo, porque "ninguem sabe o que vai acontecer", nem a própria Comissão Europeia. No entando, ao contrário do que acontece em Portugal, algumas, regiões autónomas, como Canárias, já receberam do seu Governo apoios para a promoção, apesar das restrições ao Turismo que ainda existem.

"O Partido Socialista, como todos aqui, tem a legitimidade de fazer as críticas de entender, mas eu pedia que essas críticas fossem feitas com algum rigor e não apenas com o sentido de fazer aproveitamento politico daquilo que não é aproveitável politicamente", disse, ressalvando que a Madeira está a "fazer coisas muito bem feitas", embora haja sempre coisas que não corram tão bem, mas "a crítica a ser feita tem de ser uma crítica justa".

Carlos Rodrigues referiu que a abertura que se fala noutros sítios está também muito condicionada, quer por razões internas, da pandemia, quer por motivs de externos, em que há a dependência dos transportes. "Nós não estamos a fazer diferente daquilo que os outros estão a fazer", sublinhou, acrescentando que em matéria de abertura, a Madeira até tem sido pioneira, lembrando que a praia do Porto Santo foi a primeira da Europa a abrir.

Além disso, os voos interilhas nas Canárias só na semana passada foram aprovados e na Madeira, se "a Binter cumprisse o contrato" provavelmente já existiriam, estando já o movimento de passageiros por via marítima operacional.