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Depois da instalação, ontem, decorreu hoje a primeira reunião da Comissão de Inquérito “Ao funcionamento da Unidade de Medicina Nuclear do SESARAM”, presidida pela deputada Fernanda Cardoso.

Nesta primeira abordagem, foi decidido que as reuniões deverão ocorrer na sala de plenário e transmitidas em direto via online, podendo ser reservadas a pedido da pessoa que estiver a ser ouvida.

Até ao dia 6 de março, deverão ser indicados os nomes dos inquiridos e  os documentos a solicitar, deveno esta lista ser conhecida na próxima reunião da comissão de inquérito, já gendada para 7 de março.

Fazem parte desta comissão, da parte do PSD, os deputados Josefina Carreira, João Paulo Marques, Carlos Rodrigues  e Eduardo Jesus, com Sérgio Marques e Paulo Freitas como suplentes.

Esta comissão foi requerida pelo PSD, perante as recentes denúncias de uma reportagem de TV sobre o funcionamento da Unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, nomeadamente na relação entre o sector público e privado e das graves acusações referidas na reportagem. O Grupo Parlamentar do PSD considera que é urgente clarificar os factos e apurar toda a verdade sobre o funcionamento da Unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, lembrando que o Serviço Regional de Saúde assegurou, desde 2009, uma parceria privada para prestar um serviço que era inexistente na Região, tendo em conta o transtorno que representava para os doentes e famílias a deslocação ao Continente para os tratamentos de radioterapia.

Mais tarde, em 2013, o SESARAM passou a ter disponível uma Unidade de Medicina Nuclear, licenciada em 2015 pela DGS, a qual iniciou atividade em 2017. Esta resposta permitiu que desde 2009 até 31 de dezembro de 2018, tenha sido possível dar resposta a 4.558 doentes, o que corresponde a 116.438 tratamentos.

O PSD entende que "na defesa do interesse público, não podem subsistir dúvidas e muitos menos suspeitas, sem um cabal esclarecimento de todos os factos e da eventual responsabilização das partes envolvidas."