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A deputada Rubina Leal lembrou, na declaração política semanal da Assembleia Legislativa da Madeira, que esteve a cargo do PSD, que a atual legislatura teve inicio numa altura de plena crise económica, quando o desemprego e as carências eram elevados, o poder de compra era escasso e os cortes nos salários e nas pensões recaiam sobre a população, os impostos aumentaram e os rendimentos das famílias diminuíram provocando uma quebra na qualidade de vida das pessoas. Tudo isto, "fruto de uma bancarrota provocada pela governação do Partido Socialista, com reflexos na Região Autónoma da Madeira, por via do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro, que trouxe grandes constrangimentos à economia regional".

Tendo em conta esta realidade, Rubina Leal salientou que foram várias as medidas adotadas para suprir as necessidades das famílias madeirenses. "Conscientes dos problemas a prioridade era sobretudo os mais desfavorecidos, dando resposta à situação de emergência social que se fazia sentir, devolvendo rendimentos às pessoas e assegurando as suas necessidades básicas."

Nesse sentido, continuou, foram desenvolvidos "programas estruturais, consistentes, pensados a longo prazo, ao contrário de medidas avulsas e eleitoralistas, que não criam riqueza, nem muito menos aumentam o rendimento, mas também a capacitação da população".

Rubina Leal salientou que foram tomadas medidas, assegurando o clima de paz social, numa atuação diferente daquela que se tem registado ao nível nacional com o anúncio de greves atrás de greves, ultrapassando as mais de 500 em 2018.

Entre as medidas adotadas, a deputada destacou o Plano de Emergência Social que chega a 1.237 famílias, o reforço do rendimento de inserção e os subsídios eventuais, apoiando mais de 1.000 agregados, além do apoio à habitação aos desempregados, das ajuda na recuperação de habitações degradadas, do reforço às IPSS, em mais de 20 milhões de euros por ano, entre outras.

A deputada sublinhou que o atual executivo conseguiu restituir a confiança dos madeirenses e a credibilidade da Região junto das instituições de crédito, apoiando as famílias mesmo com as diferenças dos valores atribuídos às duas regiões autónomas pelo Estado ao nível da Segurança Social.

São menos 45 milhões de euros para a Madeira, salientou, reforçando que tal não impediu a ação da Segurança Social, conseguindo dar resposta às solicitações, embora a resposta pudesse ser ainda melhor se houvesse esse reforço das verbas na Segurança Social.

Rubina Leal acrescentou que apesar dos "murros na mesa" e das "obsessões", dos atropelos à continuidade territorial e das diferenças de tratamento, a Região apresentou para 2019 um orçamemto mais social, mais solidário e mais familiar. Deu os exemplos, do kit bebé, das reduções nas creches, da redução nos passes, entre outras.