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Miguel Albuquerque afirmou, no debate mensal, na Assembleia Legislativa da Madeira, sobre a Economia, que os números relativos à economia regional são "indismentíveis". "É algo que não pode ser alvo nem de demagogias, nem de conversas, nem de slogans", disse.

E esses números mostram que a economia da Madeira tem tido um crescimento contínuo e um crescimento real acima da média nacional. "A taxa de crescimento real do PIB tem sido superior aos Açores e tem sido superior à média nacional", garantiu.

Aliás, desde 2014 a 2017, a economia da Madeira cresceu sempre com uma taxa superior à média do país. 

Esta realidade, lembrou, tem tido efeitos ao nível da descida do desemprego. No primeiro trimestre de 2015 essa taxa era de 15,8%. Hoje, anda à volta dos 8,6%.

Miguel Albuquerque não tem dúvidas de que a economia vai continuar a crescer, graças à rede de incentivos e à capacidade dos empresários. 

O bloqueio de vários dossier da Madeira foi uma constante neste debate, em particular no que se refere à revisão subsídio de mobilidade, que aguarda, na gaveta da Assembleia da República, a discussão na especialidade e que receu o voto contra do PS na generalidade.

Neste debate, o vice-presidente do Governo, Pedro Calado pediu aos madeirenses para que "abram os olhos" em relação a António Costa. "Não percebo como é que um primeiro-ministro anuncia um plano nacional de investimentos de 22 mil milhões de euros, até 2030, com zero para a Madeira e o Porto Santo", afirmou.

Salientou, por isso, que "não podemos deixar que essa máfia rosa entre na Madeira", a mesma que "anda a anunciar e a apregoar soluções para 2019, 2010, 2022", o que considerou uma "pouca vergonha". "Sabem em que ano estamos?. Em 2019 e o povo quer gente que governe em 2019". 

Deu ainda uma "má notícia para a oposição", garantindo que o Governo Regional "não vai terminar a legislatura sem fazer a revisão da operação portuária".