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O deputado Carlos Rodrigues afirmou hoje, numa intervenção antes do período da ordem do dia da Assembleia Legislativa da Madeira, que a visita da ministra do mar resultou, "inquestionavelmente, em mais um insulto a toda a população madeirense. Insulto que, sem dúvida, é a matriz desta ministra".

"A mão vazia que a governação socialista tem representado para os madeirenses foi, uma vez mais, confirmada. A mão firme que bate cerrada sobre a mesa revelou-se, outra e outra vez, flácida, mole e, vergonhosamente, tímida e comprometida. Gastou-se dinheiro, pagaram-se viagens de avião, quartos de hotel, refeições em restaurantes, páginas de jornais, comentários em redes sociais, excitações pueris, para tentar, como sempre, ludibriar os madeirenses.

Foi assim com o hospital, foi assim com o subsídio de mobilidade e, agora, também, com o ferry. O governo socialista, com a colaboração traiçoeira dos socialistas locais, desperdiça recursos públicos para promover a mentira e o engano."

Ou seja, continuou o deputado, "o governo socialista, com a colaboração traiçoeira dos socialistas locais, desperdiça recursos públicos para promover a mentira e o engano", vindo anunciar "que está a estudar a questão do ferry, balbuciando umas desculpas esotéricas acerca de uma putativa sustentabilidade",  quando "já todos percebemos que isto não passa de um alibi para nada fazer e tudo bloquear".

Carlos Rodrigues salientou que esta ministra "foi insultuosa na Assembleia da República, foi desagradável aquando da primeira viagem do ferry no verão, tendo, agora, a desfaçatez de tentar parecer genuinamente preocupada com esta questão".

Caso para dizer, sustentou, que "para os governantes socialistas a hipocrisia política não tem limites, a falta de vergonha não encontra restrições".

"Tanto entusiasmo para isto. O máximo que os serviçais socialistas locais conseguiram arrancar de Lisboa foi o anúncio de um estudo."

Lisboa prometeu estudar e os camaradas acenaram, subservientes, com a cabeça. Lisboa disse umas coisas para entreter e os colaboracionistas de cá aceitaram resignados mais uma mentira, mais uma promessa vazia, mais uma oferta oca.

Para o deputado, "tudo isto demonstra a falta de estatura e de carácter político dos messias sem conteúdo que se julgam os únicos importantes. Deixam-se levar por cânticos de sereia plenos de falsidade e demagogia, vendem os direitos e exigências dos seus conterrâneos por magros minutos de fama, movidos por uma sede de poder incontrolável e uma avidez desmedida".

Considera, por isso, que "é altura desta assembleia repudiar esta sucessão de visitas estéreis que nada de novo nos trazem. É tempo de condenar este comportamento, esta deriva para a mentira patológica, esta vertigem de tudo prometer e nada fazer".

Carlos Rodrigues acrescentou que "a ministra do mar veio passar férias à Madeira tentando nos fazer crer que trazia algo de novo" E, com isso, "falhou a ministra, falhou este governo socialista e, acima de tudo, falharam os socialistas locais, os servis socialistas locais".

"Uma vez mais o partido socialista da Madeira promoveu o engano e a falsidade, a mentira e a falcatrua, mais uma visita, mais um anúncio fraudulento, mais uma mão cheia de nada."