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  1. A credibilidade e a competência dos deputados do PS eleitos à Assembleia da República são, mais uma vez, contraditórias, já que, valendo tantos votos como apregoam, na estratégia de propaganda que lhes é habitual e não ao PSD/M, teriam a obrigação e o dever de apresentar mais do que 2 propostas e de utilizar a influência que constantemente dizem ter junto do Governo da República – que em nada tem servido os seus propósitos – para defender, efetivamente, os interesses da Madeira e, não, para pactuar com as injustiças e a discriminação de que a Região tem sido alvo.
  2. As 50 propostas apresentadas pelos deputados eleitos pelo PSD/M à Assembleia da República representam, globalmente, não apenas os dossiês pendentes, desde a última legislatura e para os quais exige-se uma solução mas, também, outras áreas que podem e devem merecer a atenção do Estado Português, relativamente ao qual a nossa postura será, sempre, a de exigir o que é melhor para todos os Madeirenses e Porto-santenses, em vez de aplaudir o que apenas é o cumprimento do seu dever.
  3. Irresponsabilidade e incompetência é a demagogia à qual este Partido, infelizmente, já nos habituou, ao apropriar-se das medidas que foram consagradas no Orçamento de Estado para 2020, sabendo que as mesmas foram integradas graças à luta do PSD/M e, não, a qualquer contributo que tenham prestado, já que não saem nem têm sequer capacidade para sair do mesmo registo de sempre.
  4. Lamenta-se, por fim, que os deputados Socialistas eleitos à Assembleia da República percam tempo em afirmar que não estão preocupados em aparecer – quando até promovem Conferências de Imprensa para o efeito – lembrando que, mais do que atacar as propostas que são apresentadas em função das necessidades desta Região, deveriam era colocar o interesse superior da Madeira em primeiro lugar, nessa mesma votação. 
  5. A este propósito, é conveniente recordar que, em todas as propostas que foram apresentadas, a favor da Madeira e do Porto Santo, nos últimos 4 Orçamentos de Estado – por todas as forças políticas que não apenas o PSD/M – o PS e os seus deputados eleitos pela Madeira votaram sempre contra a Região. Caso para questionar qual é a finalidade dos Madeirenses e Porto-Santenses estarem representados por pessoas que relegam os seus interesses para segundo plano e que se limitam, apenas, a atacar e a denegrir os únicos que estão e estarão, sempre, ao lado de quem os elegeu.