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1. Ainda que o PSD/Madeira se regozije pelo facto da TAP ter recuado na proposta absurda e totalmente inaceitável que havia apresentado para as tarifas destinadas ao desporto – na base de um modelo que iria prejudicar, gravemente, os desportistas madeirenses – não deixa de ser grave esta atitude compulsiva e permanentemente prejudicial para com a Madeira e o Porto Santo.

2. A Região – tanto através do Governo Regional quanto do PSD/Madeira – manifestou-se, de imediato, contra uma decisão que se sabia impraticável e que, desde a primeira hora, veio confirmar a falta de rumo, de estratégia e de planeamento de uma Companhia que, sendo maioritariamente detida pelo Estado Português, mais uma vez tinha a intenção de desrespeitar e lesar os cidadãos madeirenses e porto-santenses.

3. O PSD/Madeira considera, assim e após mais esta encenação do dito por não dito, que esta gestão desastrosa da TAP – evidente a vários níveis e não apenas neste caso – exige uma intervenção urgente daqueles que, no Governo da República, se dizem responsáveis pela mobilidade de todos os portugueses, independentemente destes viverem no território continental ou nas ilhas.

4. Lamenta-se, aliás, que, perante aquilo que tem sido um ataque permanente aos interesses da Região – que tem vindo a ser progressivamente afetada não só pelos preços praticados por esta companhia como pela falta de sensibilidade para o que, supostamente, deveria ser considerada a continuidade territorial dentro do próprio país – o Governo da República se mantenha em silêncio, numa atitude alheada e irresponsável que se repudia e que deixa clara a preocupação do Partido Socialista para com a defesa dos nossos interesses.

Pelo PSD/Madeira 

O Secretário-Geral

José Prada