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Os deputados do PSD na Assembleia da República vão questionar, na próxima semana, o ministro dos Negócios Estrangeiros sobre alguns assuntos que se prendem com as comunidades, naquela que é a última audição do governante nesta Legislatura.

Numa conferência de imprensa, realizada junto ao busto de Simon Bolivar, o deputado Paulo Neves afirmou que o PSD/M "tem sido, ao longo dos últimos quatro anos, o verdadeiro partido das comunidades, na Assembleia da República. "Temos levado o tema a todo o momento e em todas as oportunidades para falar sobre os portugueses que vivem no estrangeiro, em especial a comunidade madeirense", disse.

O deputado salientou que, dada a situação que se vive naquele país, o destaque tem sido, naturalmente, para a Venezuela, tendo os deputados do PSD/M exigido ao Governo Português apoios e programas específicos para receber os portugueses que regressam a Portugal.

Paulo Neves realçou que aquilo que tem sido feito pelo Governo da Madeira "tem sido exemplar". "Ainda na semana passada, em alguns contactos que eu mantive na Assembleia da República, o bom exemplo para a inserção daqueles que têm voltado da Venezuela tem sido a Madeira", afirmou, salientando que esse exemplo é a todos os níveis, seja da inserção social e laboral, seja na Habitação e na Educação ou noutros apoios.

Contudo, essa defesa dos madeirenses que se encontram fora da Região não se tem limitado à Venezuela. O deputado deu também o exemplo dos que vivem na Inglaterra e que enfrentam agora as complicações do 'Brexit', em especial em Londres, onde se encontra a maior comunidade. "Temos tido vitórias, desde continuarem a poder votar e ser eleitos para as eleições locais do Reino Unido e continuarem a receber os apoios que recebem no Reino Unido."

Paulo Neves salienta que o PSD/M vai continuar a pressionar o Governo da República para que, no caso da Venezuela, faça pressão para que se encontre uma solução política no país, quer junto da comunidade internacional, quer de Maduro e de Guaidó. 

O deputado garante que o PSD/M não desiste, sublinhando que "António Costa conseguiu meter no bolso o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista, mas não conseguiu meter os deputados eleitos pelo PSD/M".