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No debate do Estado da Nação, a vice-presidente da bancada social-democrata, Rubina Berardo, exemplificou, a vários níveis e com exemplos concretos, «o quão prejudicial tem sido a governação de António Costa para todos os madeirenses e porto-santenses», numa intervenção em que a deputada eleita pela Madeira vincou «a inação, a irresponsabilidade e falta de sensibilidade do Estado Português, nesta legislatura, para com uma das suas regiões autónomas».

«Foi preciso ter eleições à porta para que o PS mudasse – ao fim de três anos – a sua posição sobre a revisão do subsídio de mobilidade», sublinhou, na ocasião, Rubina Berardo, acrescentando que o primeiro-ministro foi rápido ao criticar a política salarial da TAP, mas sobre as práticas comerciais da TAP, nas ligações entre a Madeira e o continente, nem uma sílaba. «Concorda que 500 e 600 euros são preços módicos para uma ligação que garante a continuidade territorial numa empresa de maioria de capitais públicos?», questionou a deputada social-democrata, numa mensagem ainda reforçada, no que à mobilidade respeita, com o exemplo da operação marítima por ferry que liga a Madeira ao continente português, «uma operação cujos custos são integralmente assegurados pela Região, enquanto que o seu governo vai protelando o apoio».

Rubina Berardo que fez questão de lembrar, na sua intervenção, a promessa adiada, pelo Governo da República, quanto aos 50% de financiamento do novo hospital da Madeira, assim como, também, a falta de palavra de António Costa relativamente à redução das taxas de juro, assinalando, a este propósito, que «são 60 milhões que o Estado lucra, a mais, com a Madeira».

«Estes são alguns dos exemplos de uma longa lista do cadastro socialista face à Região, nos últimos 4 anos da sua governação», realçou a deputada do PSD, rematando que «a Madeira e o Porto Santo merecem mais e, sobretudo, melhor, na base de um tratamento institucional que seja digno, responsável e imparcial, ao contrário do que tem sido».

Intervenção