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“Estamos a chegar ao final da legislatura e continuamos sem qualquer informação detalhada sobre o investimento na RTP Madeira “, denunciou hoje a deputada do PSD na Assembleia da República.

Na última audição regimental à Ministra da Cultura que teve lugar esta semana na Assembleia da República Sara Madruga da Costa “lamentou que quatro anos depois o Governo da República ainda não tenha honrado os compromissos que assumiu com a Madeira e concluiu que a opção do Governo foi a de deixar a Madeira de fora”.

A parlamentar social-democrata lembrou as várias situações da Madeira pendentes da tutela da Ministra da Cultura e a opção do Governo Central, que nesta legislatura, investiu apenas na RTP-Açores deixando a RTP-Madeira de fora."O compromisso assumido pelo Conselho de Administração na Assembleia da República de dar início ao investimento na RTP-Madeira logo após o investimento na RTP-Açores lamentavelmente não saiu do papel", referiu.

Na resposta à interpelação de Sara Madruga da Costa, a Ministra da tutela afirmou que “o investimento não é uma decisão do Governo, mas do Conselho de Administração da RTP, a quem compete definir e apresentar o seu plano de investimentos, que terá de ter parecer positivo." 

De acordo, ainda, com esta governante, a Unidade Técnica de Acompanhamento e Monitorização do Setor Público Empresarial (UTAM) solicitou “esclarecimentos adicionais” sobre o plano em causa ao Conselho de Administração da estação pública.

Esse plano foi devolvido ao Conselho de Administração da RTP, que agora irá enviar as informações que forem necessárias à UTAM e "enquanto não estiver aprovado este plano de atividades e orçamento para 2019, não existirá também, da parte, do Governo uma posição”, garantiu a Ministra da Cultura.

A deputada do PSD na Assembleia da República lamentou o adiar do investimento tecnológico à RTP-Madeira por parte do Governo Central. "Com tantos entraves ao plano de investimentos da RTP obviamente que não será concluído nem executado o reequipamento tecnológico da RTP-Madeira nesta legislatura, o que é incompreensível e lamentável", rematou.