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O PSD/Machico lamenta a falta de visão do executivo socialista para o desenvolvimento de Machico, como ficou demonstrado no discurso realizado no Dia do Concelho, onde não se apresentou nada de novo e se limitou às referências à promoção de eventos e à tão propagada dívida.

O PSD refere que, em vez de fazer o que tem de ser feito, o PS justifica sempre a sua inoperância governativa com dívidas herdadas, omitindo, nesta matéria, dados que são importantes para o esclarecimento da população, como o pagamento efetuado pela ARM ao município, em mais de 6 milhões de euros, e que reduziu significativamente o valor da dívida. “O facto é que, passados seis anos, o valor de uma dívida, classificada de astronómica pelos socialistas, é, atualmente, residual e inferior a 5 milhões de euros”, adiantou Norberto Maciel Ribeiro, presidente da concelhia, salientando que, ainda assim, assiste-se à progressiva degradação das infraestruturas e falta de manutenção dos investimentos públicos e a uma derrapagem financeira com a aprovação das contas em sede de assembleia municipal, que apresenta um saldo negativo de 1.5 milhões de euros”.

Além disso, e face ao desmentido de Ricardo Franco, o PSD reitera que os machiquenses contribuem anualmente com mais de 2.5 milhões de euros em impostos para a receita do município, o que totaliza mais de 15 milhões de euros de receita ao fim de seis anos. Verba essa, que “não tem tido qualquer retorno na melhoria de vida da população”.

Nesse sentido, o dirigente social-democrata considera que o executivo do PS tem todas as ferramentas para “voltar a potenciar o desenvolvimento estruturado e emergente do concelho. A questão que se coloca é se tem capacidade para fazê-lo”.

Em relação à taxa de IMI, o PSD desmente Ricardo Franco quando afirma que baixou a taxa para 0.30, dado que a taxa de IMI foi diminuída de 0.35 para 0.30 no executivo do PSD em 2013. Desmente igualmente quando acusa o PSD de ser «contra os eventos internacionais». “Foi o próprio PSD que recebeu e ajudou a desenvolver eventos importantes para Machico, como é exemplo o Mercado Quinhentista e a prova de MIUT que já vai na sua 11º edição e o executivo socialista tem cerca de seis anos de mandato.”