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Sara Madruga da Costa acusou António Costa e o seu Governo de usarem a precariedade e o Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP) como armas de arremesso político contra a Madeira e deu como dois exemplos a situação dos trabalhadores precários da RTP-Madeira e da Universidade da Madeira.

A questão foi referida pela deputada do PSD/M no debate da Assembleia da República dedicado à discussão do PREVPAP, que contou com a presença do ministro das Finanças, Mário Centeno, e do ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva.

Sara Madruga da Costa relembrou que “os trabalhadores da RTP-Madeira foram os únicos do país a ficar de fora do PREVPAP e que o Governo da República continua sem pagar à Universidade da Madeira a verba anual de cerca de 224 mil euros, necessária para o pagamento dos 21 precários desta importante instituição”.

“Nunca pensámos que a precariedade fosse utilizada como arma de arremesso político contra a Madeira por parte deste governo, do vosso governo e muito particularmente do Primeiro Ministro e da já sua conhecida obsessão pela Madeira. Nunca pensámos que a precariedade fosse utilizada para discriminar e tratar de forma diferente os trabalhadores madeirenses”, disse.

Sara Madruga da Costa referiu ainda a este respeito que o PSD “não recebe conselhos deste Governo socialista, um Governo que não cumpre o que promete e que não paga o que deve” porque “se há partido que durante esta legislatura pressionou e apresentou iniciativas legislativas para resolver os problemas dos trabalhadores da RTP-M e da Universidade da Madeira foi o partido social-democrata” e “se há Governo que resolveu o que este ainda não foi capaz de resolver e prometeu quanto aos professores e os enfermeiros foi o Governo Regional da Madeira”.

A deputada social-democrata terminou a sua intervenção, não sem antes concluir que o Governo “não conseguiu explicar”, no Parlamento, “os critérios, os atrasos e as injustiças criadas pelo PREVPAP” e que “o tempo deu razão ao PSD” quando antecipou estes problemas e “se opôs à forma como este programa foi desenhado pela geringonça”.

Para Sara Madruga da Costa, o PREVPAP “é um instrumento ao serviço do Governo não para resolver os reais problemas dos trabalhadores mas para continuar as manobras eleitoralistas e para dividir e colocar portugueses contra portugueses”.

Primeira Intervenção

Segunda intervenção