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"O PSD não desiste da UMA – Universidade da Madeira e de reivindicar ao Governo da República o reforço do financiamento desta importante instituição". Foi desta forma que a deputada à Assembleia da República Sara Madruga da Costa iniciou a sua intervenção na audição regimental ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino.

“Estamos a chegar ao final da legislatura e não desistimos de reivindicar o reforço do financiamento da Universidade da Madeira. Fizemo-lo durante quatro anos, na Assembleia da República, e continuaremos a fazê-lo porque o reforço do financiamento daquela que é a universidade mais nova do país é essencial e prioritário. É essencial e prioritário tendo em conta as especificidades de uma universidade numa Região insular e ultraperiférica como é a Madeira. É essencial e prioritário tendo em conta o menor número de alunos, as dificuldades de fixação de professores e os custos da insularidade”.

Sara Madruga da Costa questionou ainda Manuel Heitor sobre as verbas em falta para o pagamento dos cerca de 21 docentes e investigadores precários da Universidade da Madeira e sobre a dificuldade de acesso desta instituição aos fundos comunitários.

A deputada madeirense recordou que o ministro reconheceu no Parlamento, em resposta a uma questão por si colocada, que “gostaria de orientar os fundos comunitários de forma diferente” e, por isso, impõe-se, para Sara Madruga da Costa, saber se “já existe alguma novidade ou alteração no acesso aos fundos comunitários por parte da UMa”, lamentando que esta "não possa aceder aos fundos comunitários da mesma forma que as suas congéneres ao nível nacional”.

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