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Os deputados do PSD/M na Assembleia da República lamentaram hoje o facto de "o Governo da República continuar atrasado numa questão importante como é a do reforço de meios humanos e de meios materiais à Alfândega do Funchal", a qual, conforme realçou a deputada Sara Madruga da Costa, "presta um serviço muito importante para a Região", sendo, neste momento, necessários mais funcionários, pelo mais 14, para poder funcionar em melhores condições, e também mais meios técnicos, como viaturas e um scanner para a bagagem do aeroporto do Porto Santo.

"Nós vamos, naturalmente, continuar a exigir ao Governo da República que faça o reforço destes meios humanos e desses meios técnicos que são fundamentais para o funcionamento da Alfândega", afirmou, após uma reunião com os responsáveis deste serviço, tutelado pelo Estado.

A deputada salientou que este é, de resto, mais um exemplo dos "atrasos que o Governo da República continua a ter em relação à nossa Região, assim como o é a questão da redução da taxa de juro do empréstimo no âmbito do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro.

"Estamos já em abril, a Assembleia da República aprovou o Orçamento do Estado em dezembro e esse Orçamento do Estado previa que houvesse já uma redução efetiva dos encargos com os juros da dívida da Região em janeiro, o que não está a acontecer", denunciou.

Um atraso que, de acordo com a deputada, "prejudica também a Madeira, prejudica as famílias e as empresas madeirenses, que já deviam de estar a pagar um empréstimo muito inferior ao que está a ser aplicado".

Neste encontro, os deputados do PSD ficaram a saber que se tem verificado uma redução da receita fiscal da Alfandega do Funchal, tendo Sara Madruga da Costa aproveitado esta oportunidade para lançar um repto aos demais partidos com vista à união de todos em torno da defesa do Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM), que é muito importante para a manutenção da receita fiscal, para a economia regional e para a preservação dos postos de trabalho nele gerados.