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Foi aprovado hoje na Assembleia da República o voto de pesar pelos manifestantes mortos na Venezuela. Trata-se de um voto que apela a uma resolução pacífica, respeitando e salvaguardando o mandato democrático da Assembleia Nacional e do Presidente Juan Guaidó. Para a Madeira, o que acontece na Venezuela não é politica externa distante. Toca-nos profundamente, e o desejo por estabilidade e paz naquele país origina na nossa forte comunidade portuguesa e lusodescendente que lá reside.

As votações relativas à situação sociopolítica na Venezuela evidenciaram a verdadeira cara do PCP, Bloco e PEV, partidos que votaram contra este voto. Confrontados com a escolha entre, por um lado, reconhecer o mandato democrático da Assembleia Nacional e de Guaidó e apoiar eleições livres e credíveis ou, por outro lado, defender cegamente a ideologia da revolução bolivariana, fizeram uma escolha: colocaram a ideologia acima do clamor por democracia nas ruas da Venezuela e por todo o mundo.