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Sara Madruga da Costa, Rubina Berardo e Paulo Neves, deputados do partido Social Democrata à Assembleia da República votaram contra o Orçamento do Estado para 2019, “um mau Orçamento para a Região e um Orçamento que não inclui as medidas legítimas para a melhoria das condições de vida dos madeirenses e porto-santenses”.

Os parlamentares alertam que este Orçamento não inclui nada daquilo a que os madeirenses e porto-santenses reivindicam "com toda a legitimidade nos últimos anos", designadamente o compromisso efectivo da verba necessária com IVA para o Hospital da Madeira, nem a redução justa do valor dos juros do empréstimo da Região. O OE2019 também não contempla a alteração imediata do "injusto" sistema do subsídio de mobilidade, nem exige a responsabilização do Governo da República pelo ferry durante todo o ano”.

"Apesar do cerco constante, sistemático e injusto do PS, do PCP E BE - onde se incluem deputados eleitos pela Madeira por esses partidos - o Partido Social Democrata, através das propostas de alteração apresentadas e da sua estratégia, conseguiu que alguma das medidas exigidas acabassem por ser aprovadas, como a redução do IVA para o mel de cana da Madeira, a redução do IEC para os produtores de Sidra da Madeira, a consagração de um subsídio de insularidade para todos os trabalhadores da UMA – Universidade da Madeira e a equiparação dos estabelecimentos de ensino superior da Região aos do interior para efeitos de uma majoração no IRS aplicável às famílias dos estudantes nesses estabelecimentos", enalteram.

A ação do PSD foi também decisiva para que a Madeira não fosse completamente prejudicada pela "geringonça" no que diz respeito à taxa de juro, ao viabilizar uma Proposta do CDS- PP que apesar de ficar aquém das nossas pretensões, era melhor do que ficar sem nenhuma solução ou previsão orçamental.

Mais uma vez, sublinharam os deputados na AR "ficou provado que os porta-vozes dos interesses legítimos dos madeirenses e porto-santenses na Assembleia da República são os deputados eleitos pelo PSD/Madeira ao parlamento nacional." Mas se os madeirenses e porto-santenses, não conseguiram tudo aquilo a que tinham direito, "a responsabilidade total por isso é dos deputados do PS, do BE e do PCP", apontaram Sara Madruga, Rubina Berardo e Paulo Neves.

Estranhando que os deputados madeirenses que compõem a maioria parlamentar e sustentam o Governo da República apoiem omissões em dossiers esseciais para a Madeira e ainda não tenham concedido "nenhuma justificação digna para tal sentido de voto que prejudica os madeirenses e porto - santenses", os deputados do PSD/M não poderiam votar de outra forma que não contra, resumiram.