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Notícias
  Sábado, 17 Junho 2017

O PSD/Madeira continua a ser o Partido com o qual os madeirenses mais se identificam, por isso, Miguel Albuquerque está convicto que, em outubro, os sociais-democratas vão ganhar a maioria das câmaras municipais e das juntas de freguesia, recuperando assim a presidência da AMRAM (Associação Regional de Municípios da Região Autónoma da Madeira).

“O PSD vai ganhar a maioria das câmaras e das juntas de freguesia e liderar a Associação Regional de Municípios” disse o presidente do Partido, garantindo ter os melhores candidatos para “mais esta batalha” autárquica.

“Os nossos candidatos são os melhores e o partido está mobilizado em torno destas candidaturas” referiu, sublinhando o “forte alicerce” que encontra junto dos militantes, dos simpatizantes e dos trabalhadores sociais-democratas.

Durante o 1º Encontro dos TSD/Madeira (Trabalhadores Sociais Democratas) que decorreu esta manhã, no Castanheiro Boutique Hotel, Albuquerque garantiu que vai estar na linha da frente e que será o primeiro a ir para o terreno ouvir as populações.

Criticando aqueles que não sabem exercer o poder em prol do bem-estar das populações, o presidente do PSD/Madeira apontou baterias aos atuais autarcas do Funchal, de Santa Cruz e Machico.

“A Câmara do Funchal não investiu na habitação social, não investiu em novos arruamentos nem em novos jardins para a Cidade, não investiu nos mercados municipais, não investiu em novas redes de água, nem reparou as existentes”.

O presidente do PSD/M aproveitou, também, para lembrar a falta de organização nos estacionamentos e nos transportes públicos, a falência da Frente Mar, a fraca dinamização económica e a falta de investimento na cultura, na ciência e no ambiente.

O mesmo acontece nos concelhos de Santa Cruz e Machico onde “não existe obra feita” nem “atração de investimento”, sublinhou, garantindo que esta situação será revertida.

“Aquilo que vamos fazer é uma inversão deste estado de coisas. O nosso combate neste momento, é ganhar as eleições autárquicas e exercer o poder, em função do bem-estar das populações” concluiu.