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Notícias
  Quarta, 19 Abril 2017

O Funchal começou hoje uma caminhada rumo ao desenvolvimento. O momento foi a apresentação da candidatura de Rubina Leal à presidência da Câmara Municipal do Funchal, num jantar que reuniu esta noite milhares de pessoas no Madeira Tecnopólo.

Uma manifestação de força, coesão e união do PSD/Madeira em torno de uma candidatura que pretender devolver a esperança à cidade.

“Hoje, temos uma cidade em que não há investimento em que não há estratégia em que as políticas sociais são um verdadeiro flop”, apontou Rubina Leal, dizendo que é urgente alterar esta situação, elegendo para a Câmara Municipal uma vereação competente, sólida e coesa.

Defendendo uma nova dinâmica para colocar novamente a cidade na senda do desenvolvimento, a candidata lembrou os tempos em que o PSD liderou o Funchal, nos quais foi vereadora, em contraponto com o “marasmo” dos últimos três anos e meio.

“Eu sei aquilo que foi o nosso Funchal. Era uma cidade reconhecida nacional e internacionalmente, uma cidade que ganhou prémios, uma cidade desenvolvida, enquanto hoje temos uma Câmara estagnada, em que não há investimento público, em que não há proximidade às pessoas”, disse Rubina Leal.

E como é que isto aconteceu? Porque quem lá está agora apenas quer servir-se da cidade e dos munícipes, quer usar o Funchal como um trampolim para outros voos. “Aquilo que querem é apenas servir-se da cidade porque têm outros objetivos bem definidos, que não são o Funchal”, acusou Rubina Leal, vincando que na política aquilo que a move, que a motiva é servir e trabalhar em prol das pessoas.

Um sentimento e uma vontade de servir a cidade que saiu reforçado com o apoio manifestado hoje no jantar em torno da sua candidatura, a juntar às mensagens de incentivo que tem recebido diariamente.

“Hoje começamos uma caminhada. É o maior desafio que já tive. Por isso, para esta caminhada, conto com todos aqueles que aqui estão, e com todos aqueles que diariamente têm manifestado o seu apoio à minha candidatura”, agradeceu Rubina Leal, mostrando-se convicta que com um partido coeso e mobilizado, é possível ganhar novamente o Funchal.

“Sei que posso contar com todas as comissões políticas e aquilo que vou fazer é ouvir cada freguesia, cada munícipe, ouvir cada pessoa e delinear um projeto com ideias reais e exequíveis”, disse a candidata social-democrata depois de agradecer a confiança em si depositada pelo Partido, e pelo presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque.

 “Aquilo que vos peço é que em cada freguesia, em cada rua, em cada sítio passem a palavra porque nós somos Leais ao Funchal, porque queremos o PSD na Câmara do Funchal. Eu sei que vamos conseguir, juntos vamos mudar os destinos da nossa cidade.”

 Uma certeza repetida também por Miguel Albuquerque. “Rubina Leal vai ser a futura presidente da Câmara Municipal do Funchal”, afirmou, avisando que os funchalenses estão fartos. “Já basta de publicidade. Já basta de autopromoção. Já basta de propaganda. Ao fim de três anos e meio o que nós temos é uma cidade estagnada e uma mão cheia de coisa nenhuma”, apontou, garantindo que Rubina Leal é a pessoa certa para devolver a dinâmica à cidade. “Uma mulher trabalhadora, uma mulher com provas dadas no serviço público, uma mulher que cumpre objetivos, que não falha os compromissos, uma mulher que está ao serviço da causa pública.”

O que está em causa, avisou, não é apenas o PSD/Madeira, mas essencialmente a obrigação cívica de querer o melhor para os funchalenses. “A partir de hoje a brincadeira acabou. Estamos aqui para a luta”, disse Miguel Albuquerque, acusando atual vereação usar o passado para não cumprir o presente. “Estes senhores ainda têm a lata depois de termos deixado a Câmara com as finanças em ordem de dizer que a culpa é do passado. Quem culpa o passado é quem não tem capacidade para realizar o presente e muito menos tem capacidade para executar o futuro.”

“O que tivemos nestes três anos e meio, foram promessas não cumpridas, compromissos violados. Foi uma Câmara que não assumiu aquilo que o Funchal devia ser. Uma cidade dinâmica, uma cidade desenvolvida, uma cidade social e ao serviço de todos”, continuou Albuquerque, elencando a grave falta de investimento na autarquia em áreas fundamentais como a habitação social, arruamentos, PDM, centros sociais, saneamento básico, rede de água, reabilitação no património, dinamização do comércio, economia da cidade, transportes públicos ou estacionamentos. “Nada fez para apoiar os mais necessitados nem nas zonas altas nem nas zonas baixas.”

Por isso, concluiu Miguel Albuquerque, o partido vai iniciar a “luta autárquica” do Funchal, contando com todos os militantes e simpatizantes. “Contamos com uma mulher que tem experiência política, que conhece o nosso povo, que conhece como poucos o nosso concelho, que conhece o Funchal de todas freguesias e de todos os sítios. Uma mulher que tem uma capacidade única de ouvir os outros, que tem sensibilidade social, que tem capacidade de formar equipa, que tem a capacidade de liderar um projeto para o futuro.”