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  Terça, 21 Março 2017

O PSD/Madeira aprovou hoje, em reunião da Comissão Política Regional, os últimos nomes dos candidatos social-democratas aos onze municípios da Região.

Depois de Carlos Teles (Calheta), de Pedro Coelho (Câmara de Lobos), de Ricardo Sousa (Machico) e do apoio a José António Garcês (São Vicente) aprovados na reunião da Comissão Política de 2 defevereiro, foram agora aprovadas as candidaturas de Roquelino Ornelas (Santa Cruz), de João Gabriel Caldeira (Santana), de Rui Nélson Rodrigues (Porto Moniz), de Virgílio Pereira Ganança (Ponta do Sol), de Nivalda Gonçalves (Ribeira Brava), de Idalino Vasconcelos (Porto Santo) e de Rubina Leal (Funchal).

"O PSD/Madeira agradece a todos a disponibilidade demonstrada para abraçar este desafio político, certo de que os nossos candidatos reúnem o perfil que previamente definimos e que consideramos indispensável para esta candidatura", afirmou Tranquada Gomes, na apresentação das conclusões à comunicação social.

O elevado espírito de missão e de serviço às populações, a qualidade e competência política reconhecidas, o prestígio e reconhecimento local, a disponibilidade para o diálogo e para a procura de consensos que viabilizem as melhores soluções políticas possíveis, a preparação técnica capaz de responder aos desafios, a visão e ideias de futuro, a capacidade de análise e de ação em prol das populações, a identificação e comprometimento com a doutrina política social-democrata foram as características apontadas.

Nesta reunião, o PSD aproveitou para relembrar os seus objetivos eleitorais para as eleições Autárquicas de 2017. São eles: concorrer a todos os órgãos autárquicos através de listas próprias – sem prejuízo do estabelecimento de alianças, de coligações ou do apoio a candidaturas independentes, desde que resultem de estratégias definidas a nível local; vencer a maioria das Câmaras Municipais e conquistar a presidência da Associação de Municípios; consolidar e reforçar a maioria das Juntas de Freguesia e manter a presidência da ANFAFRE – Madeira;  ser o Partido na Região com mais mandatos autárquicos.

Tranquada Gomes lembrou que a Madeira entrou numa nova fase do seu desenvolvimento – após a infra-estruturação do território e a criação de equipamentos sociais – o que implica: o desenvolvimento de políticas que ampliem a qualidade de vida das famílias; a defesa de um urbanismo de qualidade; a consolidação da nossa identidade, cultura e património; a gestão eficiente dos recursos disponíveis; a tomada de decisão fundamentada no conhecimento; o cumprimento do princípio da subsidiariedade política e o reforço dos instrumentos de participação democrática dos cidadãos e demais instituições da sociedade civil. Tal orientação, continuou, engloba e amplia um novo conceito político identificado como “Estado Social Local” e que se define na igualdade de oportunidades e nas políticas inclusivas, na promoção de serviços públicos de qualidade e máxima eficiência e eficácia, na proximidade entre eleitos e eleitores, no crescimento económico inteligente e sustentável, na melhoria das condições de vida dos munícipes, na proteção da identidade, do património e da cultura e no estabelecimento de redes de cooperação descentralizadas e proactivas entre instituições públicas e cidadãos, empresas e sociedade civil.

Segundo o PSD/Madeira, este novo ciclo autárquico proporciona ainda um conjunto de oportunidades único para o processo de desenvolvimento regional, em particlar, a criação de executivos locais de proximidade, com o aprofundamento da democracia participativa e dos mecanismos da boa governação; o combate às assimetrias locais, com a promoção da coesão territorial e social sustentável; o crescimento inteligente, realçando as especificidades locais e valorizando as particularidades individuais; a criação de ambientes amigos do investimento, capazes de dinamizar as economias locais e a economia regional; a valorização dos recursos ambientais e naturais, condição imprescindível para o crescimento sustentado da Região; a consolidação do cidadão como centro de toda a iniciativa política, reforçando o cariz social das ações públicas; o desenvolvimento de zonas e de cidades inteligentes fundamentadas nas novas tecnologias e na informação a cidadãos e empresas.

 

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