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Notícias
  Terça, 24 Janeiro 2017

Vânia Jesus denunciou hoje, na declaração política semanal, da Assembleia Legislativa da Madeira, que ainda "não entrou nenhum tostão" da República para ajudar as vítimas dos incêndios de agosto.

A deputada social-democarta sublinhou que "não rara a vez as Regiões Autónomas são pomposamente faladas nos discursos dos governantes ao nível nacional". Contudo, "ficam mais pelas palavras do que pelos actos".

"Hoje, em Portugal, temos a máquina do Estado entregue a uma maioria Partido Socialista, manietada pela extrema esquerda, que ignora e tem sido insensível a muitas matérias e urgentes para com a Região Autónoma da Madeira, com a cumplidade do PS, PCP e BE ao nível regional", afirmou.

Trata-se de "um Governo nacional cuja a solidariedade com a  Região até à data tem-se ficado apenas pelo plano das meras intenções", sublinhou a deputada, acrescentando que "se compromete com as palavras mas demite-se das suas obrigações".

Para Vânia Jesus este não pode ser "um Estado solidário".  "Um Estado igualitário e solidário não trata de forma diferente uma região que do seu país é parte integrante", "não ignora e faz tábua rasa dos seus compromissos e obrigações constitucionais".

A deputada social-democrata sublinhou que "está mais do que provado que este Governo nacional não tem sido uma 'pessoa' de bem com a Madeira, apesar de ter "mensageiros" na Região, "escribas de notas e de conferências de imprensa".

Vânia Jesus lembrou que dos 12 milhões prometidos pela República para acudir às vítimas dos incêndios,  "mais de metade são empréstimos" , salientando quembém que no que toca ao programa Prohabita não se trata de "uma questão de verbas", porque o valor "até será suficiente".

"O problema é o acesso, a questão central é estar vedado o acesso às candidaturas a 30% das famílias afetadas por uma questão de rendimentos", disse.