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Notícias
  Quinta, 7 Abril 2016

Os Trabalhadores Social-democratas da Madeira (TSD/M) tiveram ontem, dia 6 de abril de 2016, a sua reunião do Secretariado Regional presidido por Brazão de Castro e que contou com a presença do Presidente da Mesa do Conselho Regional e do Congresso Regional, Armando Abreu.

A Ordem de Trabalhos ocupava-se da análise da situação política e das marcações do Conselho Regional e do Congresso Regional que se aproximam.

O PSD sempre se afirmou, desde a sua fundação, como um partido interclassista e é o maior partido tanto a nível nacional como regional. Isto deve-se, em muito, ao grande número de trabalhadores que nele se revê, na sua matriz social-democrata.

Os TSD/M são a estrutura autónoma do PSD/M para o mundo laboral e para o movimento sindical.

No início do ano foi publicado o diploma que cria o Conselho Económico e de Concertação Social da Região Autónoma da Madeira com uma ambição muito para além da estrutura que o antecedeu.

O Conselho ganhou dimensão no domínio laboral e de concertação social.

No seu âmbito o Conselho Permanente de Concertação Social com a presença do Governo e de representantes de sindicatos e de associações de empregadores, tem em vista “o diálogo e a concertação entre os parceiros sociais”, em tripartismo.

Muito se espera do seu labor para a dinamização económica e social.

Os TSD/M por várias vezes se pronunciaram sobre a importância desta estrutura.

Ao ver eleito pela Assembleia Legislativa da Madeira para seu Presidente o Dr. Ivo Correia, os TSD/M expressam votos do maior sucesso nesta missão da qual a RAM muito espera.

O Secretariado dos TSD/M manifesta solidariedade aos deputados eleitos pelo PSD, pela Região Autónoma da Madeira, alvos de procedimento disciplinar, pela posição assumida no voto do Orçamento Retificativo. Tal como referido pelo Presidente do PSD/M, Dr. Miguel Albuquerque, o “primeiro compromisso dos deputados é com a Madeira”.

Os TSD/M visam contribuir para uma sociedade orientada pelos princípios da social-democracia. Os valores do trabalho e da justiça social têm de estar sempre presentes.

Defendemos os direitos e as liberdades individuais dos cidadãos, bem como a iniciativa privada e a economia de mercado. Mas defendemos, também, o valor da solidariedade, cabendo ao Estado, ao qual compete em primeiro lugar a tarefa da política ao serviço do bem comum e a correção das desigualdades sociais geradas pelo funcionamento do mercado. Não devemos ter menos Estado, como está tanto em moda repetir-se. O afastamento do Estado da vida económica tem trazido profundas desigualdades e corresponde ao esforço de desregulação que permitiu a crise que vivemos na Europa e no Mundo. A pessoa humana, o homem e a mulher, deve estar sempre no centro de cada sistema social ou económico.

Firmes na sua matriz social-democrata os TSD/M marcaram o Conselho Regional para 21 de abril.