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  Segunda, 24 Janeiro 2022

“A insularidade e a dupla insularidade – no caso do Porto Santo – comportam custos acrescidos nem sempre fáceis de quantificar que são, todavia, efetivamente sentidos quando comparamos o custo que os Madeirenses e Porto-Santenses assumem para aceder a bens e serviços face aos Portugueses que vivem no território continental” afirmou, hoje, a candidata pela coligação PSD/CDS “Madeira Primeiro”, Sara Madruga da Costa, frisando não ser admissível que os funcionários da administração central não beneficiem da mesma compensação que os da administração regional para fazer face aos sobrecustos da insularidade e da dupla insularidade.

Julgamos que é tempo de acabar “com este tratamento desigual entre funcionários públicos e de tratar, de forma igual, o que é igual, fazendo estender estas mesmas compensações a todas as forças de segurança e funcionários judiciais a desempenhar funções na Região”, vincou, a este propósito, a candidata, garantindo que, na Assembleia da República, irá defender a necessidade “de ser consagrado o direito a este subsídio por parte das forças e dos serviços de segurança, elementos da Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional, Polícia Marítima, corpo da guarda prisional e funcionários judiciais”.

Sara Madruga da Costa que assume esta equiparação de direitos como sendo “da maior justiça”, de modo a que, a estes funcionários da administração central, seja atribuído o subsídio de insularidade e de dupla insularidade, consoante desempenhem funções na Madeira ou no Porto Santo.

Aliás, remata, “os custos das desigualdades que a insularidade distante coloca a quem vive e trabalha nas Regiões Autónomas justificaria, inclusive, a atribuição de uma compensação por parte do Estado, situação que também iremos colocar, em cima da mesa, na próxima Legislatura”.