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Notícias
  Segunda, 17 Janeiro 2022

Esta terceira visita do Secretário-geral do PS à Madeira é a confirmação daquilo que temos vindo a dizer nesta campanha: que António Costa olha para esta Região apenas e só numa lógica político-partidária e, não, conforme era sua obrigação, com sentido de Estado e enquanto governante empenhado em resolver os nossos problemas” afirmou, hoje, o cabeça-de-lista da coligação PSD/CDS “Madeira Primeiro”, Sérgio Marques. Ocasião em que fez questão de sublinhar que, nestes últimos dois anos – e quando a Madeira atravessou a maior crise económica, social e sanitária de que há memória, fruto da pandemia – António Costa não veio à Região na qualidade de Primeiro-Ministro.

“É com desencanto e sem surpresa que, mais uma vez, assistimos a esta passagem de António Costa pela Madeira, uma visita que surge em campanha eleitoral e que visa branquear uma atuação que foi efetivamente negativa para todos nós”, frisou, na ocasião, o cabeça-de-lista, deixando claro que, para além da falta de abertura e de solidariedade demonstradas por António Costa relativamente à Madeira, em particular nestes últimos dois anos, é um facto que os compromissos que assumiu com os Madeirenses continuam adiados e por resolver.

Aliás, reforça Sérgio Marques, António Costa termina este mandato “sem cumprir as suas promessas e secundarizando os interesses da Madeira”. Prova disso, exemplifica, “é a recente suspensão do Subsídio de Mobilidade, é o adiamento da aceitação de novas empresas no Centro Internacional de Negócios, é a não clarificação relativa ao financiamento do Estado ao novo Hospital e ainda a não prestação de aval da República para a contratação de empréstimo pela Região para fazer face ao COVID-19”, apenas alguns dos muitos exemplos de uma governação nacional que falhou com os Madeirenses.

Mais do que nunca, reitera o cabeça-de-lista, “aquilo que os Madeirenses precisam é de garantias e não de promessas que acabam por não se concretizar”, até porque “quem não cumpriu no passado, quem já deu provas de ignorar e negligenciar a Madeira nos momentos mais delicados, dificilmente cumprirá no futuro”. Acima de tudo, insiste, “precisamos de um Governo da República que seja recetivo e solidário mas, também, credível e que não se limite a prometer aquilo que depois não cumpre”.

Sérgio Marques que, a este propósito, diz mesmo que se António Costa for reeleito Primeiro-Ministro a 30 de janeiro, é a continuidade desta política injusta e não solidária com a Madeira que está em causa. “Será que é isto que os Madeirenses querem?”, questiona, assumindo que esta não é a solução para a Madeira.