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Notícias
  Terça, 11 Janeiro 2022

Criticando a postura de bloqueio ao Centro Internacional de Negócios, recentemente reiterada pelo Governo Socialista da República e pelos deputados do PS/M eleitos ao parlamento nacional, o candidato pela coligação PSD/CDS “Madeira Primeiro”, Gonçalo Santos, garantiu, nesta terça-feira, que os deputados eleitos pela coligação irão apresentar, assim que possível, uma nova Lei que permita, ao CINM, a admissão de novas empresas até ao final de 2023. Algo que, conforme recorda, o PS “impediu, deliberadamente, ainda antes da Assembleia da República cessar funções, ao não aprovar a discussão da legislação que cumpria esse fim”.

“Não se percebe a posição do Governo da República nem, tampouco, do seu Grupo Parlamentar eleito pela Madeira à Assembleia da República que, em primeiro lugar, desconfia deste Centro Internacional enquanto ferramenta essencial para o desenvolvimento da Região e, em segundo lugar, impediu, recentemente, que uma proposta de Lei, apresentada pelo PSD, fosse discutida no parlamento, proposta essa que permitiria o registo de novas empresas até 2023”, afirmou, na ocasião, Gonçalo Santos, elencando as graves consequências desta postura de bloqueio.

“É preciso lembrar que o Centro Internacional de Negócios representa cerca de 70% do IRC cobrado na Madeira e cerca de 15% de todos os impostos cobrados na Região, algo que o PS coloca em causa”, sublinhou, na ocasião, o candidato, acrescentando que é também desta postura dos socialistas que se colocam em risco “cerca de 3.000 postos de trabalho que se garantem neste Centro Internacional”.

Gonçalo Santos que, nesta oportunidade, fez questão de aludir ao exemplo de Espanha. “Em Espanha, um Governo liderado pelo PSOE, com o apoio da extrema esquerda, resolveu o problema do Centro Internacional de Negócios de Canárias, ao contrário do Governo Português, que recusou resolver o problema do Centro Internacional de Negócios da Madeira, com a cumplicidade e conivência dos deputados socialistas eleitos pela Região”, disse, reforçando que “aquilo que é preciso é que os Madeirenses pensem se vale a pena escolher deputados que, efetivamente, não colocam a defesa dos interesses da Madeira em primeiro”.