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Notícias
  Terça, 4 Janeiro 2022

“Aquilo que está em causa é muito simples: ou votamos na defesa dos nossos interesses e direitos e isso significa votar nesta coligação ou votamos naqueles que, oportunisticamente, vão continuar a pactuar com os que acham que a Madeira deve ser tratada como uma colonia, numa postura que é inaceitável e que se espera ultrapassar através do voto inteligente na única Lista que coloca, mais uma vez, a Madeira em primeiro lugar” afirmou, hoje, o Presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, na apresentação da coligação “Madeira Primeiro” que junta PSD e CDS na corrida às próximas Legislativas Nacionais de 30 de janeiro.

Uma coligação apresentada, hoje, no Colégio dos Jesuítas, numa oportunidade em que o Líder dos Social-democratas deixou alertas para a necessidade de Portugal assumir um novo rumo, uma nova liderança capaz de corresponder e resolver aquelas que são as legitimas aspirações do povo Madeirense.

“As eleições de 30 de janeiro representam uma oportunidade única para retirar Portugal deste beco sem saída e é necessário mudar de Governo para bem da Madeira e do País”, disse.

“Precisamos de um Governo com abertura e disponibilidade para avaliar e responder aos problemas que todos nós temos nesta Região, um Governo com sentido de Estado – que este nunca teve – apto a dialogar e a estabelecer plataformas de entendimento connosco, ao invés de termos um Governo, como este socialista que, fingindo estar disponível para o dialogo, apenas nos asfixia financeiramente e apenas utilizou os poderes do Estado para prejudicar e tomar o poder na Região”, afirmou, a este propósito, Miguel Albuquerque, deixando claro que os problemas e constrangimentos da Região são conhecidos e estão identificados e que o futuro exige encontrar soluções, algo que “só será possível com outro Governo e com outra maioria”.

“Com este Governo das esquerdas não vamos lá”, reforça Albuquerque

Reiterando que Portugal precisa de mudar e de um Governo “que nos liberte da estagnação económica e do continuo empobrecimento”, o Presidente do PSD/Madeira fez questão de sublinhar, na apresentação da coligação “Madeira Primeiro”, que o País não pode continuar refém “dos comunistas e da extrema esquerda marxista” e que é fundamental mudar a 30 de janeiro, invertendo este caminho “que nos deixa para trás e que nos coloca na cauda da Europa, em termos de desenvolvimento”.

“A receita desta esquerda é conhecida, é sempre a mesma: aumentar impostos, expor as famílias e os cidadãos à dependência do Estado, incentivar a subsidiodependência, perseguir a iniciativa privada com uma carga fiscal asfixiante e uma burocracia bizantina, não valorizar o trabalho, o esforço, o mérito e a mobilidade social, diabolizar o investimento privado e o sucesso económico e social, congelar o investimento público e martelar uma agenda de anúncios e intenções que não se realizam”, frisou.

Albuquerque que, nesta oportunidade, fez questão de vincar que Portugal precisa urgentemente de crescer, de mais riqueza, de criar empregos qualificados para as novas gerações, de atrair investimento e aproveitar as oportunidades que a transição digital proporciona, assim como de inovar e de desenvolver um setor empresarial dinâmico apto a melhorar os rendimentos dos cidadãos e famílias e aumentar os salários, que não apenas o salário mínimo.

“Com as esquerdas só podemos esperar mais do mesmo: mais empobrecimento, menos rendimento, mais nivelamento por baixo, mais mediocridade, mais conversa fiada, menos obra, menos desenvolvimento e mais atraso”, reafirmou.

“Connosco não há simulacros, hesitações ou fretes ao centralismo de Lisboa”, garante o Presidente do PSD/Madeira

Reiterando que a coligação “Madeira Primeiro” é a única que coloca os Madeirenses em primeiro lugar e vincando que esta é a única candidatura que apresenta uma Lista de pessoas competentes e comprometidas com a defesa da Autonomia da Madeira e com a defesa dos direitos dos Madeirenses e Porto-Santenses, Miguel Albuquerque fez questão de garantir que, ao contrário de outros, esta candidatura não concorre a estas Eleições nem fará da sua eleição um frete ao centralismo de Lisboa. 

“Connosco não há simulacros nem hesitações e os nossos candidatos não são serventuários do centralismo nem estão aqui para fazer fretes a Lisboa”, assegurou o Líder dos Social-democratas, deixando claro que os candidatos que se apresentam a estas Eleições, pela coligação “Madeira Primeiro”, estão aqui “para defender, em todas as circunstâncias e em todas as horas, os interesses dos Madeirenses” e assumem, neste projeto, um compromisso de honra na defesa intransigente da Madeira e do seu povo.

“A 30 de janeiro, a escolha é entre Autonomistas e Anti-autonomistas”, assume Teófilo Cunha

“A 30 de janeiro, a escolha é entre autonomistas e anti-autonomistas, entre esta coligação, formada pelos Partidos que historicamente e na pratica estiveram sempre na vanguarda da luta autonómica e, o Partido Socialista que, historicamente e na pratica, sempre foi o porta-voz dos interesses do Terreiro do Paço e que hoje até tem o desplante de incluir, nas suas listas, alguém que assumidamente é uma espécie de cônsul honorário de António Costa na Madeira” afirmou o Secretário-geral do CDS, Teófilo Cunha, na apresentação da coligação “Madeira Primeiro” que junta o PSD e CDS na corrida às próximas Legislativas Nacionais de 30 de janeiro.

Uma coligação que o Secretário-geral do CDS entende como a única capaz de garantir a defesa dos interesses da Madeira e a defesa da Autonomia, que não é um dado adquirido, “e que é uma luta diária contra o centralismo de Lisboa, contra aquele que é o Governo mais centralista de que há memória”.

“É urgente que todos os Madeirenses se unam na defesa dos seus direitos e liberdades. Em nome de todos aqueles que, lutando no passado, consagraram o regime Autonómico, mas, também, em nome das gerações futuras, em nome de um futuro melhor para todos nós”, disse Teófilo Cunha, que na sua intervenção fez questão de elencar vários exemplos daquela que tem sido a postura centralista de Lisboa contra a Madeira.

“O Governo que mais prejudicou a Madeira merece o voto dos Madeirenses?”, questiona o Secretário-geral do CDS

“Foi este Governo do PS que mais dificultou a construção do novo Hospital da Madeira, inventando estratagemas para não assumir aquela que seria uma responsabilidade do Estado, que impediu que o Centro Internacional de Negócios da Madeira pudesse registar novas empresas a partir do dia 1 de janeiro, que recusou os avales à Região obrigando os Madeirenses a pagar juros mais altos pelos empréstimos que o Governo Regional teve de contrair para auxiliar as empresas e as famílias durante a pandemia e que recusou,  sistematicamente, estender o transporte marítimo e os apoios à mobilidade, para além de recentemente ter deixado cair o novo modelo de subsídio de mobilidade que iria permitir que os Madeirenses pagassem apenas 86 euros nas suas viagens aéreas entre a Madeira e o continente português”, elencou, entre outros exemplos, Teófilo Cunha, questionando se será este o Governo da República socialista, coadjuvado pelos socialistas de cá, que merece o voto dos Madeirenses a 30 de janeiro.

“Perante estes factos, o único argumento é apoiar a lista da Autonomia contra a lista do Governo Centralista, tendo a consciência de que a luta autonómica não pode nem deve esmorecer”, reforçou, por fim, Teófilo Cunha, apelando a que os Madeirenses escolham, nas próximas Eleições Legislativas Nacionais, a única candidatura “que é capaz de colocar a Madeira em primeiro lugar e defender a nossa terra e a nossa Autonomia”.