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Notícias
  Quarta, 10 Novembro 2021

“É absolutamente inaceitável o bloqueio efetuado esta manhã pelo PS ao debate do CINM, já depois dessa discussão ter sido autorizada e constar da ordem de trabalhos do plenário desta tarde na Assembleia da República”, afirma Sara Madruga da Costa, que repudia não só a postura como as consequências deste bloqueio para a Madeira.

“Boicotar esta discussão – que já estava agendada e que, inclusive, foi aprovada pelo Presidente da Assembleia da República – é fazer com que, pelo menos durante seis meses, seja impossível licenciar novas empresas e garantir mais emprego, para prejuízo deste Centro Internacional e da economia de toda a Região”, lamenta a deputada, que vai mais longe ao afirmar que, com esta “atitude deplorável, o PS volta a prejudicar a Madeira ao inviabilizar a discussão de uma matéria extraordinariamente importante e ao impedir a admissão de novas entidades no CINM a partir de 1 de janeiro de 2022”.

Inexplicavelmente, prossegue Sara Madruga da Costa, “o PS foi o único partido a opor-se a este agendamento, mesmo depois de o mesmo já ter sido autorizado pelo parlamento, invocando um purismo regimental e uma alegada falta de conexão material que ele próprio não cumpre, fazendo uma interpretação muito restritiva do regimento que ele próprio nunca observou quando lhe dá jeito”, vincando que a verdade é que, mais uma vez, “o PS não quis resolver este assunto, arranjou razões para fundamentar o seu capricho e com isso, infelizmente, vem prejudicar uma Região que já está cansada de tanta irresponsabilidade, desrespeito e penalização politica”.

Sara Madruga da Costa que, a rematar, assume que este é um ato condenável da parte do PS a todos os níveis: “condenável porque o PS é o único partido que inviabiliza a discussão do CINM, condenável porque faz uma interpretação absolutamente restritiva que não faz quando efetua os seus arrastamentos, condenável porque inviabiliza a admissão de novas empresas no CINM a partir de 1 de janeiro e condenável porque lesa a Madeira e os Madeirenses”.