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Notícias
  Quinta, 17 Junho 2021

O trânsito caótico que atualmente se vive na zona da Estrada Monumental em função das obras da futura ciclovia, no Funchal, levaram a vereação do PSD a alertar, mais uma vez, na reunião de Câmara que teve lugar esta quinta-feira, para a necessidade do Executivo assumir uma outra postura, muito mais atenta, interventiva e capaz de antecipar soluções para os constrangimentos na circulação que daí irão advir para a população. Preocupações manifestadas pela vereadora Nadina Mota, que vincou não ser esta a cidade que os Funchalenses querem nem no presente nem para o futuro.

“Nós, PSD, queremos obviamente uma cidade amiga do ambiente mas, também, uma cidade amiga das pessoas e, neste momento, quem vive nesta zona da cidade está a enfrentar constrangimentos de vária ordem que podiam ter sido evitados e ainda vão bem a tempo de ser corrigidos, desde já e para o futuro”, afirmou, na ocasião, a vereadora, reiterando a necessidade do Executivo Municipal avançar para a realização de um estudo detalhado e pormenorizado sobre o que está a acontecer e a forma como se podem prever e evitar situações mais complicadas para o futuro.

“Já alertamos repetidas vezes esta Câmara Municipal para os problemas de trânsito resultantes desta intervenção, já trouxemos exemplos concretos das limitações e dificuldades que as mesmas estão a provocar na circulação automóvel e antevemos que isto se torne um problema ainda mais grave quando a ciclovia estiver concluída” reforçou Nadina Mota, recorrendo ao exemplo do que está a ser feito neste momento antes de chegar ao Fórum Madeira e a obrigação da circulação ter de ser deslocada para a Travessa da Quinta Calaça.

“A democracia dá-nos a capacidade de alertar e de sensibilizar para os problemas e é isso que voltamos a fazer hoje, na plena convicção de que todos temos o dever de fazer mais e melhor pela nossa cidade e de que outras soluções podem e devem ser preparadas para evitar que o problema do trânsito se agrave ainda mais, com todos os custos que daqui resultam para os Munícipes”, disse, por fim, a vereadora Social-democrata, vincando “não ser esta a cidade que os Funchalenses querem nem merecem ter”.