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  Segunda, 29 Março 2021

A deputada Sara Madruga da Costa reiterou, hoje, a sua posição contra a exclusão dos trabalhadores das empresas de capitais públicos da Madeira (S.A(s) do alargamento previsto da ADSE e garante que não irá desistir até que todos os profissionais sejam contemplados nesta decisão, independentemente da natureza jurídica das entidades públicas para as quais trabalham

“Há muito que o PSD defende o alargamento da ADSE a todos os trabalhadores da administração pública regional, designadamente àqueles que possuem contrato individual de trabalho e que até à data não podiam ser beneficiários e não faz qualquer sentido que, depois de na legislatura passada, termos colocado esta questão por diversas vezes ao Governo da República e de termos, inclusive, reunido com a ADSE para dar conta destas preocupações, este alargamento não tenha sido contemplado todos os trabalhadores”, afirmou, hoje, a deputada Sara Madruga da Costa, sublinhando a injustiça desta medida e considerando que estavam reunidas todas as condições para que o Estado pudesse ter acolhido esta pretensão.

“É inaceitável e injusto que este alargamento não abranja todos os trabalhadores e que, havendo oportunidade para tal, se tenham deixado trabalhadores de fora neste processo” reforça a deputada Social-democrata, vincando que estão em causa, os trabalhadores das empresas de capitais públicos (S.A(s), entre outros, da ARM, da APRAM, da PATRIRAM e da HF e deixando claro que esta exclusão, promotora de desigualdades, vem agravar, ainda mais, as desigualdades já existentes na rede e na cobertura da ADSE na Madeira e que o Governo da República tem a obrigação e a oportunidade de melhorar.

Se o Governo da República “acolheu grande parte das reivindicações apresentadas pelo PSD, também tinha todas as condições para ter ido mais longe neste alargamento”, prossegue, ainda, Sara Madruga da Costa, garantindo que continuará a insistir para que esta injustiça venha a ser ultrapassada.

“Vamos continuar a insistir até que todos os trabalhadores sejam contemplados neste alargamento, independentemente da natureza jurídica da entidade pública para a qual trabalham e é esse o compromisso que desde já assumimos, precisamente por consideramos que se trata de uma integração que é possível e da maior justiça para com os profissionais que estão ao serviço destas empresas na Região”, rematou.