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  Sábado, 20 Fevereiro 2021

O Governo Regional vai reservar 162 milhões de euros para as empresas, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência para a Madeira, verbas essas que, segundo o líder parlamentar do PSD, Jaime Filipe Ramos, chegarão já no primeiro semestre de 2021, no que diz respeito ao REACT, e no segundo semestre, e até 2026, no que se refere ao IRR.

“É importante passar esta mensagem de esperança e de compromisso, porque não só o Programa de Recuperação e Resiliência da União Europeia tem estas verbas como também o Orçamento Regional reserva 164 milhões de euros”, disse o presidente da bancada social-democrata da Assembleia Legislativa da Madeira, após uma reunião com o Vice-Presidente do Governo Regional, Pedro Calado.

Segundo Jaime Filipe Ramos, “ao todo, a Madeira irá reservar, para a área de apoio direto às empresas, 326 milhões de euros”, dinheiro que disse ser, neste momento, “fundamental”, não só para a “sobrevivência” das mesmas como também para a “manutenção do emprego”.

“As pessoas dependem muito disto, não só os empresários, mas também os trabalhadores”, sublinhou, realçando que estas medidas são essenciais para que “se possa chegar a um período de recuperação económica”.

O líder parlamentar lembrou que este esforço do Governo Regional, com verbas destinadas às despesas de funcionamento, tem por objetivo evitar que as empresas entrem em processos de falência, mas também a manutenção e até criação de postos de trabalho e o incentivo à digitalização das empresas.

“São verbas fundamentais para o futuro da nossa Região”, sustentou Jaime Filipe Ramos, afirmando querer deixar bem claro que tanto o Governo Regional como o Grupo Parlamentar do PSD têm estado atentos a esta realidade e sabem que, infelizmente, existe uma natural ansiedade por parte dos empresários e dos trabalhadores. Contudo, essa ansiedade, na sua opinião, “não deve ser explorada por partidos políticos”, salientando que estes devem “respeitar as pessoas que estão num momento difícil e devem passar uma mensagem clara e de tranquilidade”.

“Esta é uma batalha de todos, não é só de alguns, e é por isso que estes 326 milhões de euros são fundamentais para a sobrevivência das empresas e dos trabalhadores”, rematou.