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  Segunda, 15 Fevereiro 2021

Deputada sublinha a necessidade desta redução e defende que a pretensão manifestada pelos empresários madeirenses “é legítima e da mais elementar justiça”

A deputada Sara Madruga da Costa alertou, nesta segunda-feira, para a necessidade do Governo da República avançar com a redução do pagamento das contribuições que são da responsabilidade dos empregadores, nomeadamente da Taxa Social Única – TSU – sublinhando que esta pretensão “é legitima e da mais elementar justiça”, especialmente por parte dos empresários madeirenses ligados aos setores da hotelaria, restauração e similares. “Setores que foram altamente prejudicados pela pandemia COVID-19”, vincou.

“É por considerarmos que esta redução faz todo o sentido que nós, deputados do PSD/M eleitos à Assembleia da República, vamos ser a voz destes empresários e vamos pedir ao Governo da República a aplicação desta medida, no sentido de que estes sejam apoiados nesta fase difícil de crise social e económica que exige novas respostas e soluções”, afirma a deputada Social-democrata, apelando a que exista, por parte do Governo central, a capacidade de adaptar as contribuições em vigor e, esta em particular, às novas realidades decorrentes da pandemia.

Sara Madruga da Costa que lembra, a este propósito, a necessidade da TSU e das restantes contribuições serem ajustadas às restrições e limitações de horários a que os empregadores têm sido sujeitos. “Não faz sentido continuarmos a exigir contribuições que não correspondem ao que verdadeiramente os nossos empresários têm vindo a laborar, neste cenário de pandemia e é obrigação do Estado ajustar as obrigações às dinâmicas que têm vindo a ser promovidas do ponto de vista das empresas e da sua respetiva atividade”, disse.

Refira-se que a redução do pagamento das contribuições à Segurança Social, nomeadamente da Taxa Social Única (TSU) é uma ajuda fundamental para os empresários e para a economia da Madeira, no atual contexto de crise económica e social causada pelo Covid-19. “23,75% por cada trabalhador é um custo fixo neste momento bastante severo, face à falta de liquidez da maior parte dos empresários e às dificuldades provocadas pela pandemia”, rematou.