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Notícias
  Segunda, 11 Janeiro 2021

Deputado criticou, nesta segunda-feira, a decisão da ANA em agravar os preços das Taxas Aeroportuárias praticadas em todos os Aeroportos nacionais, concretamente da Região, já a partir do próximo dia 1 de abril e lamenta que, mais uma vez, o Governo da República, que tem a tutela, decida em sentido contrário ao que apregoa, neste caso prejudicando a retoma económica do País

“Não faz qualquer sentido aumentar, nesta fase, as Taxas Aeroportuárias que já são elevadas no nosso País e é, de facto, uma grande falta de bom senso retirar ainda mais competitividade aos nossos Aeroportos, numa altura em que a preocupação devia ser a de atrair mais companhias e mais rotas para Portugal e, claro, para a Madeira” afirmou, hoje, Paulo Neves, que critica a opção da ANA em agravar os preços praticados nestas Taxas, penalizando, ainda mais, destinos que, como a Madeira, precisam, mais do que nunca, de reforçar a sua competitividade pela via do turismo, algo que esta decisão coloca em causa.

Social-democrata que, manifestando-se contra este aumento – a entrar em vigor já a partir do próximo dia 1 de abril – deixa claro que os deputados eleitos pelo PSD/Madeira à Assembleia da República “irão confrontar o Governo da República e não pactuarão com medidas que não só contrariam como prejudicam todos os planos e todas as estratégias de recuperação económica às quais é fundamental dar andamento nesta fase, especialmente pela via do turismo e pelo reforço da procura”.

Lembrando que, devido à pandemia, houve uma redução drástica do número de voos e rotas e uma redução efetiva do número de companhias a voar para a Madeira, atendendo à diminuição da procura, Paulo Neves reitera que “aquilo que se defende é que, logo que existam possibilidades, existam mais voos para os Aeroportos da Região, seja para a Madeira seja para o Porto Santo, mais frequências, mais rotas e mais companhias aéreas a voar”.

Ora, prossegue, “não é ao agravar as Taxas Aeroportuárias que iremos captar mais companhias e que faremos com que estas estabeleçam mais rotas e mais frequências para os nossos destinos e esta decisão apenas demonstra que temos um Governo da República com dois pesos e duas medidas, que tanto se diz apostado na recuperação económica do País como decide contra essa mesma recuperação”.