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Notícias
  Terça, 22 Dezembro 2020

O Grupo parlamentar do PSD destacou, hoje, o aumento das bolsas de estudo para universitários, em 900 mil euros.

Numa iniciativa conjunta com a JSD, realizada junto ao Gabinete de Acesso ao Ensino Superior, o deputado Bruno Melim salientou que esta é uma medida que está inscrita no Orçamento da Região para 2021, aprovado na semana passada, e que “representa um esforço significativo do Governo Regional”, uma vez que estamos a falar de um incremento de 10 por cento em relação àquele que era o valor inicialmente previsto, nomeadamente no ano de 2020, e que comporta duas dimensões. A primeira, conforme realçou o deputado e também líder da JSD, está relacionada com o aumento de candidatos da Região ao ensino superior, havendo, deste modo, a preocupação do Governo em acautelar o acesso às bolsas. A segunda dimensão refere-se ao aumento do valor da bolsa, que “é muito superior, proporcionalmente, àquilo que seriam as necessidades em função do crescimento do número de estudantes”.

Isto, explicou, porque “o Governo Regional entende que, num período como este, a educação continua a ser um veículo fundamental para o desenvolvimento e capacitação dos nossos jovens para enfrentar os desafios que a nova pandemia, infelizmente, veio trazer”. Nesse sentido, continuou, o investimento na formação implica que haja uma “diferenciação dos apoios” numa “lógica de justiça e de repartição igualitária daquilo que são as necessidades dos nossos jovens”, pelo que o novo enquadramento do apoio para 2021 comporta uma nova componente. Além do apoio, de acordo com os escalões sociais, tendo em conta a condição socioeconómica, podem também ser atribuídas bolsas consoante o sítio onde o estudante se encontra.

“É diferente estar no norte, no centro ou no grande centro urbano de Lisboa ou do Porto”, disse, salientando que se trata de um conjunto de medidas que o Governo Regional tem vindo a adotar no sentido de “dotar os nossos estudantes de mais e melhores condições de acesso à educação e à sua formação superior, para que ninguém fique para trás, num tempo de dificuldades e em que, muitas vezes, em função da perda de rendimentos dos agregados familiares, muitos jovens têm de trabalhar e não conseguem somente estudar”.

De referir que, com o novo orçamento, os estudantes que estudam fora do país passam a receber 300 euros, o dobro daquilo que auferem atualmente.