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  Sexta, 23 Outubro 2020

Presidente do PSD/M anuncia terça-feira se o Congresso Regional terá lugar ou não em novembro e garante que, também aqui, o PSD será exemplo. À margem da sua votação para as Eleições Diretas, reiterou a vontade de vencer em 2021, dando o exemplo do Funchal, onde o candidato a apresentar terá a missão de retomar o progresso e de concretizar as reformas de que a cidade precisa

Manter o PSD/M como o Partido da vanguarda, da Autonomia, da liberdade dos Madeirenses e do progresso da Madeira é a prioridade de Miguel Albuquerque que, nesta tarde e à margem da sua votação para as Diretas, garantiu que é foi isso que o PSD/M fez ao longo dos últimos quarenta anos e vai continuar a fazer no futuro, sobretudo perante os enormes desafios que a Região enfrenta neste momento.

Desafios que passam, conforme explicou, por ultrapassar a situação constrangedora associada à pandemia, mas, também, por manter, simultaneamente, o emprego, o apoio e o rendimento das famílias e a luta pelos direitos inalienáveis dos Madeirenses e Porto-Santenses, evitando a regressão perante tudo aquilo que foi conquistado em 1976.

“As novas gerações têm de ter consciência que têm de continuar a lutar por aquilo que são os seus direitos inalienáveis enquanto povo e, sobretudo, enquanto portugueses de corpo inteiro”; disse, a este propósito, lembrando a “discriminação vergonhosa” que a Região tem enfrentado por parte do Governo nacional e acrescentando ser “fundamental que o nosso povo se mantenha unido na defesa daquilo que são os nossos direitos”.

Miguel Albuquerque que, na oportunidade, afirmou que irá anunciar, na próxima terça-feira, se haverá ou não Congresso Regional do PSD/M. “O mais provável é que venha a ser adiado”, disse, vincando que o PSD/M “é um Partido com responsabilidade de poder, é um Partido que tem dado o exemplo de postura cívica perante os seus concidadãos e não faz nenhum sentido fazermos uma reunião, violando as regras da Direção Regional de Saúde, quando exigimos que os nossos concidadãos cumpram”. O Congresso Regional será, assim, agendado em função da evolução da pandemia, “mas sempre dentro daqueles que são os parâmetros definidos pelos organismos que regulam a segurança sanitária”, assegurou.

Presidente do PSD/M que anunciou ainda que iria ser realizado um Conselho Regional nos termos estatutários e que seria realizada uma ronda pelos concelhos e pelas freguesias, de forma a contactar e auscultar os militantes para definir o projeto autárquico de 2021.

Quanto aos candidatos e em resposta aos órgãos de comunicação social, disse que os mesmos seriam anunciados depois dessa mesma auscultação, num processo que será iniciado no inicio do próximo ano, garantindo que o candidato ao Funchal será “um candidato para ganhar” e para retomar o progresso e as reformas que são necessárias fazer na cidade, “uma cidade que, desde que a coligação tomou o poder “está em regressão económica, social e ambiental, uma cidade degradada, insegura, suja, sem investimento e onde não há obra feita, que vive à mercê da política do subsidio e da propaganda”, rematou.