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Notícias
  Segunda, 19 Outubro 2020

PSD viu aprovadas, em sede de Assembleia Municipal Extraordinária, cinco medidas que entende fundamentais à segurança e melhoria da qualidade de vida no Funchal. “Resta que agora o Executivo Municipal respeite as decisões aqui aprovadas, de forma democrática, implementando-as, a par das restantes que, aprovadas na última Assembleia, ainda estão por concretizar”, alerta, a este propósito, o deputado municipal João Paulo Marques

O Grupo Municipal do PSD viu aprovadas, esta manhã, em sede de Assembleia Municipal Extraordinária, as cinco propostas que apresentou nas áreas da segurança e do reforço do policiamento, da reabilitação urbana e arrendamento jovem, da inclusão social e do apoio ao comércio local e aos pequenos comerciantes, propostas essas tendentes a melhorar a segurança no Funchal.

Para além da implementação de um Sistema de Videovigilância nas zonas mais sensíveis da cidade e do contrato local com a PSP, visando reforçar a segurança na cidade, o PSD viu, assim, aprovadas, nesta Assembleia Municipal Extraordinária, a criação da Casa “(Re)começos”, destinada a apoiar a integração das pessoas em situação de Sem-Abrigo, o Programa “Viver (n)a Cidade”, especificamente vocacionado para a reabilitação urbana e o arrendamento jovem e, ainda, o programa Funchal Comercial, destinado a atrair mais visitantes ao centro.

Cinco medidas que o deputado municipal João Paulo Marques considera essenciais para fazer face “àquele que é, em primeiro lugar, um problema relacionado com a exclusão social e com a falta de dinamização e de atratividade da própria cidade e, também, um problema que resulta da crescente desertificação a que temos vindo a assistir e que temos de saber combater, através de políticas efetivas que correspondam às necessidades e que representem um trabalho em rede, inexistente neste momento”, vincou.

Deputado municipal que reitera que a Câmara Municipal do Funchal tem de assumir as suas responsabilidades e deve ser capaz de avançar na implementação de um plano multidisciplinar “que vá mais além do que a Polícia Municipal". Um plano que faça da Câmara do Funchal “uma autarquia responsável, dedicada à cidade, atrativa aos olhos de quem aqui reside e capaz de agregar novos moradores, amiga dos pequenos negócios e que veja nos comerciantes, parceiros decisivos para a dinamização de centros urbanos e não apenas fonte de receita, através do pagamento de taxas municipais”, rematou.