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Notícias
  Quinta, 17 Setembro 2020

O presidente do PSD Madeira, Miguel Albuquerque, afirmou hoje, na abertura das Jornadas Parlamentares PSD/CDS-PP, que decorrem no Caniço, que “vamos ter um ano muito difícil”, mas que, da parte do Governo de coligação, tudo será feito para apoiar as famílias, as empresas e a empregabilidade, garantindo que a economia continue a funcionar e índices de rendimento que possibilitem às pessoas terem, na medida do possível, uma vida normal.

Num ano marcado por uma pandemia, que obriga a novos desafios, Miguel Albuquerque salientou que esta maioria resulta de dois partidos que acreditam na liberdade individual e de iniciativa, que inspiram confiança nas populações, com responsabilidade e que cumprem os seus compromissos.

Uma maioria que tem de estar “coesa perante as adversidades” e que “não tem qualquer problema em assumir no Parlamento, na dialética política, a defesa das suas políticas e dos princípios em que acredita, ao contrário de um senhor que se diz democrata, mas que teve medo de ir ao Parlamento depor perante os deputados aquando da tragédia do Monte e que anda para aí a tentar dar lições de democracia aos outros”.

“Não prometemos o céu na terra porque pugnamos a nossa ação pela verdade, pela realidade e pela objetividade”, disse o líder social-democrata, lembrando que face ao COVID-19, será necessário alocar recursos para a “prioridade fundamental, que é a defesa da saúde pública e da vida dos madeirenses e dos porto-santenses”.

“Temos que manter todas a medidas profiláticas e temos que acompanhar toda a situação de evolução da pandemia. Ao contrário do que se chegou a anunciar, não há nenhum milagre. A situação aqui na Madeira resultou do facto de o nosso Governo ter antecipado a situação e ter tomado medidas a tempo, muitas delas impopulares, mas que se revelaram fundamentais para a contenção da pandemia e de focos de infeção ao nível regional”.

Não obstante este esforço regional, Miguel Albuquerque sublinhou que vamos ter pela frente “a maior vaga de demagogia e de populismo” a que alguma vez se assistiu na nossa sociedade.

“Esta esquerda que temos é uma esquerda que não tem compromisso, que não tem responsabilidade, que não tem nenhum sentido de serviço público e que quer apenas uma coisa: destruir aquilo que são as bases de confiança na nossa sociedade para, através de uma ação corrosiva, politicamente deliberada, tentar minar a nossa credibilidade e as nossas políticas, para tentar, de uma forma enviesada, chegar um dia ao poder. Não vão conseguir porque os madeirenses e os porto-santenses são inteligentes, têm uma perceção daquilo que é a realidade.”

Aliás, recorreu da recente entrevista dada pela Secretária de Estado do Turismo a um matutino regional, para demonstrar que “veio dizer aquilo que toda a gente sabe e que é a realidade”. Ou seja, veio dizer que “a Madeira tem dado um contributo extraordinário para a promoção internacional do destino Portugal” e tem sido “reconhecia como um destino de eleição no âmbito do turismo de natureza, mas também no turismo de negócios e no enoturismo”.

Isto, adiantou, ao contrário a profecia da desgraça neste setor anunciada pelo seu companheiro de partido na Região.

Miguel Albuquerque afirmou que a postura do Governo Regional será de “manter o compromisso de responsabilidade e de serviço para com a nossa população, apesar das dificuldades”. “E a oposição vai seguir esta linha recorrente de maledicência, de demagogia, de afirmações gratuitas, de distorção da realidade, e, por conseguinte, o que se augura, apesar das dificuldades, é que nós vamos continuar a governar e a oposição vai continuar a ser oposição”.