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Notícias
  Quarta, 9 Setembro 2020

“A concretização do alargamento, em 3 meses, dos diferentes programas de emprego – medida defendida, desde a primeira hora, pela JSD/Madeira e proposta no programa eleitoral do PSD, em 2019, materializa a preocupação do Governo Regional em criar todas as condições para os nossos jovens regressarem e escolherem a Região para viver”. A afirmação é do líder da JSD/M, Bruno Melim, que se congratula com esta solução, fundamental para mitigar os efeitos que a pandemia Covid-19 tem provocado na economia, particularmente no respeitante ao emprego jovem.

“Esta é uma medida que se traduz num jogo de soma positiva para ambas as partes, pois, para além do alargamento do período do Estágio – que intensifica a experiência laboral dos jovens e permite-lhes uma maior aquisição de conhecimentos – implica, também, um investimento assinalável do Governo Regional nas condições de emprego na Região, uma vez que as taxas de comparticipação foram revistas em alta, traduzindo-se em aumentos de 10 a 15 %, em função dos mecanismos de incentivo”, refere o Líder da JSD/M, acrescentando que esse “investimento reflete um alargamento da base de recrutamento das empresas regionais, o que vem permitir o reforço da mão-de-obra qualificada, tornando as nossas empresas mais competitivas”.

O líder da JSD/Madeira sublinha, ainda, que a possibilidade de alargamento dos estágios já em vigor, por mais 3 meses e nas novas condições disponibilizadas pelo Governo Regional, “demonstra atenção, eficácia e uma resposta rápida a um problema que se agravou devido à pandemia” e que, na Região, tem sido encarado com vontade política, criatividade e grande responsabilidade. “Sendo certo que será difícil corresponder a todas as solicitações em matéria de emprego, é com satisfação que vemos serem adotadas medidas de proteção que englobam os mais jovens”, vincou.

“Uma estratégia acertada em que o PSD, mais uma vez e felizmente, se distingue do PS na governação”, reforça Bruno Melim, lembrando que, na Madeira e apesar de terem sido tomadas medidas mais restritivas no âmbito do combate à pandemia, houve a preocupação de apresentar soluções tendentes a equilibrar a proteção da saúde pública com a recuperação económica, realidade bem diferente daquela que se vive no restante território nacional, “onde o que se verifica é uma total ausência de respostas por parte do Governo da República para combater o desemprego que, entre fevereiro e maio deste ano e segundo o INE, já se cifrava em menos 202 mil postos de trabalho e numa subida galopante da taxa de desemprego que, em julho, já se fixava nos 8,1%”.