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Notícias
  Quinta, 6 Agosto 2020

Social-democratas defendem reabilitação integral da Rua da Árvore, prolongada até à Rua do Senhor dos Milagres e lamentam que o Executivo se revele, também aqui, incapaz de ter uma política de investimento organizada, com planeamento e rigor. Na última reunião camarária e já com a obra a decorrer, o Executivo ainda estava a ponderar se o trânsito automóvel ficaria ou não limitado na mesma.

Os Social-democratas de Machico lamentam, mais uma vez, “a falta de visão e de planeamento do Executivo socialista, mais preocupado em remediar do que em resolver os problemas da população e incapaz de apresentar projetos inovadores para desenvolver Machico”. A título de exemplo, aludem à obra que atualmente decorre na Rua da Árvore, uma rua central e estratégica para a cidade que, além de abranger o Paços do Concelho, é fundamental para a circulação de pessoas e viaturas.

“Como é que se entende que, estando a obra a decorrer, o Executivo tenha afirmado, em reunião camarária, que ainda estava a ponderar a elevação do pavimento do arruamento em frente da Câmara, para o nível dos passeios, ficando sem circulação automóvel? Como é que se alguém avança para uma obra sem saber, exatamente, o que pretende e de que forma é que vai investir os dinheiros públicos?”, questiona o PSD Machico, lembrando que, à custa desta intervenção, “que pelos vistos ainda não está totalmente definida”, a verdade é que esta importante artéria ficará condicionada durante seis semanas consecutivas, de acordo com edital nº 81/2020, obra que foi contratada por mais de 45 mil euros, por ajusto direto, “curiosamente o tipo de contrato que esta Autarquia mais privilegia”.  

“A construção de uma lomba polémica, a asfaltagem de uma parte do troço em agosto de 2019 e a recente intervenção para substituir parte do calhau rolado por paralelepípedos em basalto traduz bem a matriz de trabalho de um Executivo que só sabe remediar e é incapaz de apresentar um planeamento que valorize Machico”, insistem, sublinhando que o PSD “saúda e defende o investimento de qualidade no concelho e, não, as intervenções feitas de forma pouco rigorosa, como é o caso desta”, alegando que os mais de 15 milhões de euros que entram nos cofres da autarquia, pela via dos impostos diretos e indiretos cobrados aos munícipes, exigem outra responsabilidade e capacidade de resposta camarária.

A este propósito, defendem que a Rua da Árvore merece uma intervenção robusta e organizada até a rua do senhor dos Milagres e a obrigatoriedade de eliminar a lomba oblíqua em frente da Câmara Municipal, que só tem provocado estragos a muitas viaturas que lá transitam.