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Notícias
  Quarta, 8 Julho 2020

A JSD/Madeira promove, no próximo dia 16 de julho, uma reflexão em torno da temática da Educação. Uma iniciativa que conta com a participação, via zoom, do último Ministro da Educação do PSD, Nuno Crato, a quem os Jovens Social-democratas da Madeira apresentarão as suas preocupações, nomeadamente quanto à incerteza de alguns procedimentos que o Ministério da Educação, a menos de dois meses do reinício das aulas, ainda não definiu

“A pandemia COVID-19 veio alterar as nossas rotinas individuais e coletivas e torna-se essencial que, também no campo da Educação e dos sistemas educativos vigentes, haja uma séria reflexão quanto ao futuro e quanto ao que deverá ser o uso mais recorrente à tecnologia, assumido, nestes últimos tempos, como fundamental aos processos de aprendizagem à distância e em confinamento”. A afirmação é do Líder da JSD/Madeira, Bruno Melim, que, retomando a ação formativa da sua estrutura, arranca precisamente com um debate, que “espera o mais alargado possível”, sobre a educação pós-covid19, debate esse que, a 16 de julho, conta com a participação, via zoom, do último Ministro da Educação do PSD, o professor doutor Nuno Crato.

“É fundamental relevar que o Governo Regional foi pioneiro na preparação do próximo ano letivo, uma vez que adotou várias estratégias para permitir o acesso a meios tecnológicos, nomeadamente às famílias mais carenciadas”, sublinha Bruno Melim, explicando que a ideia desta iniciativa é discutir e analisar quais os modelos que devem ser seguidos, de que forma a educação terá de adaptar-se a esta nova realidade e qual é o papel que a comunidade educativa – professores, alunos, encarregados de educação, entre outros – terá de assumir para ultrapassar, da melhor forma, esta nova realidade e todas as alterações ao modelo que a mesma veio introduzir.

Bruno Melim que, a este propósito, diz ser “inaceitável que existam matérias e decisões que, sendo da competência do Governo da República e, concretamente, do Ministério da Educação, ainda estejam, a menos de dois meses do reinicio das aulas, por resolver e definir”, deixando claro que a mudança de paradigma que se impõe “não se compadece com estas sucessivas demoras e com a falta de resposta que, também nesta área, se tem verificado, algo que suscita preocupações aos nossos jovens”.