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Notícias
  Segunda, 6 Julho 2020

Vereadores do PSD eleitos à Câmara Municipal do Funchal condenam o facto do Presidente do Executivo ter chumbado, na quinta-feira passada, o Voto de Louvor ao Governo Regional, proposto a propósito do trabalho realizado durante a pandemia, aproveitando esse mesmo trabalho para seu protagonismo individual, dispensável nesta fase

A vereação Social-democrata eleita à Câmara Municipal do Funchal condena a dualidade de critérios e a falta de coerência do Presidente do Executivo Municipal que, depois de ter chumbado, na quinta-feira passada, o Voto de Louvor ao Governo Regional – proposto pelo PSD pelo trabalho realizado, a todos os níveis, no combate e contenção da pandemia COVID-19 na Região – vem agora usar esse mesmo trabalho e os bons resultados obtidos para “retirar dividendos políticos e tentar um protagonismo individual, através do trabalho que ele próprio não reconheceu e menosprezou, enquanto autarca, até agora”. Vereadores que, aliás, evidenciam a contradição dessa postura perante as declarações que foram proferidas, na referida reunião camarária, pelo dito Presidente, declarações que, vincam, deverão constar na ata da mesma.

“É lamentável ver um Presidente de Câmara procurar obter protagonismo de um trabalho que desvalorizou e menosprezou por completo, até à data, o que é bem elucidativo da sua falta de consistência e da sua total ausência de princípios democráticos”, sublinham os vereadores Social-democratas, que, neste enquadramento, lamentam que, junto do Primeiro-Ministro Britânico, se tenham feito valer argumentos fortes a favor da Madeira "que, aqui e apenas por questões político-partidárias, foram totalmente ignorados”, vincando que a estratégia seguida pelo Governo Regional “foi materializada por um conjunto de cidadãos que merecia outro respeito por parte deste Executivo”.

Ainda assim, reforçam, “mesmo que seja para protagonismo individual, o Presidente do Executivo do Funchal acabou por reconhecer o trabalho levado a cabo pelo Governo Regional, ao longo dos últimos meses”, acrescentando que, acima de quaisquer interesses partidários, o que está aqui em causa é a defesa do interesse de toda uma população, que se soube salvaguardar e em nome da qual o Governo Regional continua a trabalhar e a dar o seu melhor, nos onze concelhos da Região.