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Notícias
  Domingo, 5 Julho 2020

“Orçamento Suplementar ficou melhor, graças ao PSD, ainda que a Madeira mereça muito mais e, acima de tudo, uma outra postura por parte do Governo da República", sublinhou a deputada madeirense

“As melhorias nas ajudas à Madeira que foram introduzidas no Orçamento Suplementar, foram introduzidas graças ao nosso trabalho e às nossas propostas, propostas e ajudas essas que curiosamente voltaram a registar o voto contra dos deputados do PS”. A afirmação é da deputada Sara Madruga da Costa que, hoje e em jeito de balanço, assume os avanços conseguidos neste documento e o facto de o mesmo ter ficado melhor para a Madeira, vincando, todavia, que as ajudas da República poderiam ter ido muito mais longe, dispensando meses de espera.

“A partir de agora, a Região poderá contrair um empréstimo para fazer face às consequências económicas, sociais e de saúde pública resultantes da COVID-19 e não terá de pagar as próximas prestações do PAEF e isso deve-se ao trabalho que desenvolvemos na Assembleia da República”, reitera a Social-democrata, afirmando que, perante o enorme esforço que a Madeira fez e continua a fazer nesta matéria, “merecia muito mais do Estado Português, daí a nossa abstenção”.

Abstenção que foi determinante para a viabilização do Orçamento, conforme esclareceu Sara Madruga da Costa: “se não fosse a abstenção do PSD, o Orçamento Suplementar não teria sido aprovado, já que a maior parte dos partidos votaram contra, não se revêm e criticaram severamente  as opções do Governo da República perante a pandemia”, disse.

É de lamentar, reforça, “que aqueles que nada fizeram para contribuir para a melhoria das ajudas à Madeira - nem uma única proposta propuseram e limitaram-se na sexta-feira, a votar do lado do seu partido e do seu Governo, contra a maioria do parlamento e dos deputados que ou votaram contra ou se abstiveram – venham  agora tentar confundir e tentar deitar areia para os olhos dos madeirenses e porto-santenses dizendo que contribuíram para a aprovação das ajudas à Madeira, quando nada fizeram”, rematando que ficou evidente “quem é que esteve sempre na linha da frente, na defesa da Madeira e quem é que se limitou a fazer mera propaganda politica”.