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Notícias
  Quarta, 1 Julho 2020

Lembrando o exemplo da Região no combate e contenção da pandemia COVID19, a deputada reiterou, hoje e junto da Ministra da Saúde, a sua preocupação quanto ao atraso na definição dos procedimentos que serão adotados, pela República, no respeitante ao controlo dos passageiros nos Aeroportos nacionais

Na audição que hoje decorreu, na Assembleia da República, à Ministra da Saúde, a deputada Sara Madruga da Costa voltou a insistir numa resposta, clara e objetiva, acerca dos procedimentos que serão adotados, pelo Governo central, relativamente ao controlo dos passageiros nos Aeroportos nacionais. Uma questão já anteriormente colocada, para a qual a Social-democrata exige respostas, atendendo a que a retoma da atividade turística e a promoção do turismo interno devem ser acompanhadas por medidas de segurança que sejam, no fundo, uma garantia para a saúde pública, relativamente a todos os que circulem, neste caso do continente para a Madeira ou o para o Porto Santo.

“A exigência da apresentação de testes de diagnóstico do tipo PCR negativos à entrada dos Aeroportos regionais foi uma das medidas que foi – e bem – adotada, com a Região a assumir, inclusivamente, a totalidade dos custos e do pagamento dos referidos testes e cabe-nos saber se, na origem, ou seja, nos Aeroportos nacionais, será ou não seguido um modelo semelhante a este”, vincou, na ocasião, a deputada, alertando para a necessidade de haver uma intervenção responsável, por parte do Governo da República, “para que todo o trabalho que está a ser feito na Região não seja posto em causa”.

Sara Madruga da Costa que, aludindo ao Dia da Região e evidenciando o sucesso que a Madeira tem tido no combate e contenção à pandemia, “sucesso esse que deveria ser motivo de orgulho nacional”, desafiou mesmo o Governo da República a seguir “o exemplo da Região” e a assumir decisões concretas que tardam a ser conhecidas, tanto mais numa altura em que a situação epidemiológica do continente, particularmente na zona de Lisboa, tem vindo a agravar-se.

“Esta falta de definição nas regras a adotar pode vir a afetar e a prejudicar a Madeira e o seu turismo e é nesse sentido que questionamos, mais uma vez, o Governo da República, acerca do que pretende fazer e se irá ou não implementar o controlo que lhe compete nos Aeroportos nacionais, de modo a que exista alguma equidade na ação e no esforço para a contenção desta doença”, rematou.