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Notícias
  Segunda, 29 Junho 2020

Na sequência da sessão ordinária da Assembleia Municipal do Município do Porto Moniz que hoje teve lugar – e na qual foi apreciado o Relatório de Atividades e da Situação Financeira da Câmara Municipal, relativo ao primeiro semestre do ano – os deputados municipais eleitos pelo PSD sublinham “a verdade e objetividade dos números”, por contraponto “às mentiras do Presidente da autarquia”. E isto porque, segundo afirmam, “este Relatório torna evidente que a perda de receita em algumas das fontes foi sendo largamente compensada por outras, nomeadamente na cobrança de impostos, ao contrário da mensagem que habitualmente é transmitida à população, pelo Executivo, de que não há verba disponível, apenas e só para justificar a sua falta de resposta, concretamente nesta fase de pandemia”.

“Apesar da perda de receita propagandeada pelo executivo socialista em 600.000 € para o ano de 2020, por via de medidas mitigadoras da pandemia COVID-19, como a isenção do pagamento de água e taxas inerentes (Consumo, Tarifa de Disponibilidade, Resíduos Sólidos Urbanos e Saneamento Básico), a isenção das taxas devidas pela ocupação de espaços públicos com esplanadas e estacionamento tarifado e o encerramento de infraestruturas municipais geradoras de receita, nomeadamente das Piscinas Municipais, do Aquário da Madeira, do Teleférico das Achadas da Cruz e do Parque de Campismo da Ribeira da Janela, a verdade é que, a meio do exercício de 2020, a receita da Câmara Municipal não só não decresceu como registou um acréscimo de cerca de 45.000€”, vincam os deputados municipais do PSD, apelando a que, nesta lógica, o Executivo rentabilize os recursos que tem a seu dispor para apoiar quem mais precisa, nesta fase.

Um apoio que “não se compadece com anúncios falseados que em nada correspondem à verdade, como o milhão de euros prometidos no âmbito do Programa Revitaliza +, mas, sim, com medidas concretas que sejam integradoras e cheguem a todos os que mais precisam de ajuda, tanto do ponto de vista social quanto económico, o que, no caso concreto deste Programa, não acontece”, concluem.