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Notícias
  Quarta, 24 Junho 2020

Social-democrata lamenta que a audição, realizada ontem por imposição do PS, ao Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, nada tenha acrescentado ao processo, numa reunião onde não houve qualquer resposta às questões colocadas nem pronúncia acerca das iniciativas da Madeira, que, com isso, apenas se arrastaram no tempo

“É lamentável que, mais uma vez, o Partido Socialista tenha optado por arranjar desculpas para ganhar tempo, numa matéria que é urgente para a Madeira”. É desta forma que a deputada Sara Madruga da Costa começa por reagir à audição que ontem teve lugar, em sede da Comissão de Orçamento e Finanças, ao Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, uma audição que, “conforme era expectável, nada trouxe de novo, nada esclareceu e nada acrescentou a um processo que é da máxima urgência e que apenas o PS está interessado em atrasar”.

“Esta audição veio a comprovar que tínhamos razão quando denunciamos que o PS se preparava para utilizar o veto de gaveta nos trabalhos na especialidade destas iniciativas da Madeira aprovadas pelo parlamento por uma larga maioria”, afirma Sara Madruga da Costa, que critica esta nova “manobra dilatória do PS para cumprir agenda” e o posicionamento deste partido, que não obstante ter sido o único a votar contra as iniciativas da Madeira, tudo fez na especialidade para atrasar a conclusão do processo.

Sara Madruga da Costa critica, ainda, a ausência dos deputados socialistas madeirenses nos trabalhos de especialidade, assim como a recusa do Governo da República em responder às questões colocadas pelos deputados no parlamento.

“Ficamos na mesma”, ironizou Sara Madruga da Costa, acrescentando: “o Governo da República fez com o parlamento o que fez com o Governo Regional, ou seja, não respondeu, não esclareceu nem se mostrou disponível para resolver os problemas da Madeira e para conceder uma moratória às próximas prestações do PAEF e um aval ao empréstimo excecional que se pretende contrair”.