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Notícias
  Terça, 26 Maio 2020

“Mesmo que quase todas as nossas propostas e sugestões sejam ignoradas pelo Executivo Municipal, a verdade é que por vezes, mais tarde ou mais cedo, impera o bom senso e, neste caso, imperou”. É desta forma que a vereação Social-democrata eleita à Câmara Municipal do Funchal reage ao facto do Município do Funchal estar a apoiar os alunos do 1º ciclo do ensino básico do concelho, através da distribuição de 500 Tablets, uma preocupação que, conforme sublinham, "foi manifestada, pelo PSD, na reunião de vereação do passado dia 23 de abril".

Na altura, explicam, "o PSD apresentou uma proposta ao Executivo na qual era lançado o apelo para que a autarquia ajudasse a comunidade escolar do 1º ciclo, aquela sobre a qual tem responsabilidades financeiras, criando condições aos alunos para serem acompanhados de perto pelos seus professores, em complemento às aulas promovidas pelo Governo Regional via RTP Madeira”.

Na referida proposta, lembram os Social-democratas – e depois de ter sido amplamente reportada a dificuldade daquele escalão escolar seguir os seus estudos, à distância e respeitando as limitações impostas pela pandemia – o PSD sugeria ao Executivo Municipal que procedesse à aquisição de material informático para a cedência aos alunos das escolas do 1º ciclo do Funchal, designadamente dos escalões I e II da ação social escolar, que não dispunham deste tipo de recursos, num esforço financeiro que já vinha sendo seguido por outras autarquias, com orçamentos muito mais restritos do que a do Funchal.

“Tal como desde a primeira hora, estamos sempre disponíveis para trabalhar conjuntamente em nome do que é melhor para a cidade e para toda a população do concelho, sendo, aliás, essa a única motivação que deve prevalecer neste momento e para o bem de todos”, reiteram os Social-democratas que, a este propósito, deixam o desafio para que a Câmara Municipal do Funchal siga este exemplo “e valide, total ou parcialmente, as inúmeras medidas que têm sido apresentadas, pelo PSD, até porque é o interesse superior que está em causa e, não, os interesses partidários”.