• bannerSitePSDM3jan2020.jpg
Notícias
  Segunda, 25 Maio 2020

Deputado Social-democrata critica a instabilidade que se vive na companhia aérea e apela a que o Governo da República acabe, rapidamente, com esta indefinição e garanta que a TAP cumpra a sua função, também a favor da Madeira

“A instabilidade que atualmente se vive na TAP não é positiva nem para a empresa nem para o País nem, muito menos, para a Região, sobretudo se atendermos ao papel que esta companhia pode e deve assumir na nossa recuperação económica, concretamente pela via do turismo interno”. A afirmação é do deputado Paulo Neves que, nesta segunda-feira, fez questão de apelar a que o Governo da República resolva, de uma vez por todas, a indefinição que se vive nesta empresa, sob pena de que a mesma não possa cumprir com a sua função que também é, em larga medida, “essencial para a Madeira, nesta fase”.

“A TAP tem uma importância fundamental para a Região, desde logo devido ao princípio da continuidade territorial que é assegurado, também e em boa medida, por esta companhia aérea mas, também, nas ligações aéreas às nossas comunidades espalhadas pelo mundo – especialmente as da Venezuela e África do Sul – e, naturalmente, na procura dos portugueses do continente pelo nosso destino”, sublinha o deputado madeirense que, neste enquadramento, diz não entender a passividade do Estado em traçar orientações para o futuro da empresa, garantindo que a mesma cumpra, com estabilidade, o seu papel. “Tanto mais quando a TAP é a segunda maior empresa exportadora nacional e tem uma importância geoestratégica para Portugal que precisa de ser acautelada”, reforça.

Paulo Neves que, a este propósito, lembra que os deputados do PSD/M eleitos à Assembleia da República “têm insistido junto do Governo da República para que rapidamente se defina o futuro da companhia”, ao mesmo tempo que recorda, no que concerne ao dossiê da mobilidade, os esforços que têm vindo a ser desenvolvidos, pelo PSD, para que o novo modelo de subsidio de mobilidade, já aprovado em julho do ano passado na Assembleia da República, venha ser implementado.