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Notícias
  Quarta, 20 Maio 2020

A Associação Académica da Universidade da Madeira está inteiramente disponível para apoiar a JSD/M na defesa de um modelo alternativo que permita a avaliação, na Região, dos estudantes madeirenses inscritos nas faculdades do País. A reivindicação da JSD/M vem beneficiar os nossos estudantes, mas, também, os alunos do continente que, colocados na UMa, podem vir a fazer os seus exames à distância.

No seguimento dos contactos que a JSD/M está a desenvolver, esta semana, tendo em vista a defesa de um modelo alternativo de avaliação que permita, aos estudantes universitários madeirenses, a realização dessa mesma avaliação na Região – quer via online ou, presencialmente, nas instalações da Universidade da Madeira – ontem foi a vez de ouvir a Associação Académica da UMa, numa reunião que serviu para confirmar não só a validade desta proposta como a possibilidade da sua aplicação aos alunos do continente que estudam na Região. Alunos que, a aplicar-se esta medida, poderiam também efetuar a sua avaliação à distância, em vez de se deslocarem, para esse efeito, à UMa.

“Na prática, confirmamos que a Associação Académica da UMa está ao nosso lado nesta medida e disponibiliza-se a apoiar-nos, até para salvaguardar o interesse dos alunos inscritos”, explica o Líder da JSD/M, realçando o facto da Universidade da Madeira ter-se adaptado a esta nova realidade, flexibilizando o seu funcionamento e salvaguardando, acima de tudo, o apoio aos seus alunos, a vários níveis.

Apenas a título de exemplo, Bruno Melim cita que a UMa estendeu a época de exames – tradicionalmente realizada em junho – para o mês de julho (mantendo a época de recurso e o acesso à época especial e alargando, assim, o número de fases de avaliação), retomou apenas, presencialmente, as aulas práticas e laboratoriais e adaptou os currículos da oferta formativa, de forma a que nenhum estudante fosse prejudicado em função das circunstâncias atuais.

Jovem Social-democrata que destaca, ainda e a este nível, o apoio social que foi sempre assegurado, pela Universidade, aos estudantes mais carenciados, através do Fundo de Emergência Social mas, também, de uma Linha de apoio especificamente criada neste período de confinamento, isto para além dos estudantes da UMa terem visto prorrogado o prazo do pagamento das suas propinas em dois meses, a partir de março.

A justa equiparação do financiamento do Estado à Universidade dos Açores e da Universidade da Madeira não foi esquecida neste encontro, tendo a JSD/M assumido o compromisso de continuar a lutar para que a UMa veja assegurado o seu financiamento nos mesmos moldes que a sua congénere açoriana. "Um financiamento na ordem dos 5 milhões de euros, até 2023 que, se antes da pandemia já era importante, agora é essencial”, reforça Bruno Melim, que, a este propósito, relembra que o Secretário de Estado do Ensino Superior “ainda não demonstrou qualquer disponibilidade para debater este tema”.