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  Terça, 19 Maio 2020

JSD/M propõe avaliação no domicílio de residência, quer via on-line quer presencialmente, na Universidade da Madeira e esclarece que algumas faculdades ainda não definiram o seu modelo de avaliação e que, inclusive, admitem a realização de exames, em setembro, para os alunos Madeirenses

“É preciso garantir um modelo de avaliação alternativo para os estudantes universitários que residem na Região e é nisso que a JSD/Madeira está empenhada, até para assegurar que os madeirenses não venham a ser discriminados ou prejudicados, nessa mesma avaliação, em função da sua condição geográfica”. A garantia é do Líder da JSD/M, Bruno Melim, que, esta semana, tem previstos vários contactos, quer com Associações de Estudantes Universitários e Movimentos Associativos, mas, também, com jovens estudantes, a nível nacional, precisamente para perceber em que medida é que a avaliação ao segundo semestre pode ser conseguida, para os madeirenses, à distância.

“Atendendo aos constrangimentos atualmente ainda mais agravados no respeitante às deslocações dos nossos estudantes ao continente português, seria importante que houvesse um modelo alternativo para as Regiões insulares e que os jovens universitários da Madeira pudessem realizar as suas avaliações no domicílio de residência, quer via on-line quer presencialmente nas instalações da Universidade da Madeira”, explica Bruno Melim, acrescentando que a realização da avaliação presencial, na Universidade da Madeira, ”não é extemporânea, uma vez que, apesar de estarmos a 15 dias do início da época de exame em algumas faculdades, algumas ainda não definiram o seu modelo de avaliação”.

Uma ideia que teve bom acolhimento nos primeiros contactos ontem estabelecidos, neste caso com o Presidente da Federação Académica do Porto e com o Presidente da Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, das quais foi possível aferir que, em algumas faculdades, ”se garante a possibilidade de, mesmo em setembro, os estudantes madeirenses poderem ter duas épocas de exame distintas, como teriam entre o início de Junho e o final de Julho, não perdendo assim possibilidade de realizar os seus exames”, adianta o líder da JSD/M.

Bruno Melim que propõe, ainda, que, nos cursos que careçam de componente prática, a mesma possa ser realizada na Região, através das entidades competentes, desde que isso não ponha em causa as medidas adotadas no combate à Covid-19.

“O mais importante é que exista uniformização de critérios e que, seja qual for o modelo a adotar, haja o cuidado de acautelar que os estudantes madeirenses não venham a ser prejudicados, na sua avaliação”, remata o Jovem Social-democrata.